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dc.contributor.advisorLouzada, Fernando Mazzillipt_BR
dc.contributor.authorSantos, Jefferson Souzapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Fisiologiapt_BR
dc.date.accessioned2017-09-21T19:18:19Z
dc.date.available2017-09-21T19:18:19Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/49140
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Fernando Mazzilli Louzadapt_BR
dc.descriptionDissetação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Fisiologia. Defesa: Curitiba, 24/09/2015pt_BR
dc.descriptionInclui referências : f. 99-112pt_BR
dc.description.abstractResumo: A alta prevalência da privação de sono na sociedade moderna tem aumentado o número de evidências científicas que relatam diversos componentes cognitivos afetados nessa condição. Não há muitos estudos que investigam o efeito da privação na expressão de comportamentos que exigem tomadas de decisão, flexibilidade mental e inibição a estímulos não relevantes. A integração desses comportamentos ocorre no córtex pré-frontal e são comumente chamados de funções executivas, as quais são prejudicadas após momentos de restrição de sono aguda ou crônica nos humanos. Alguns trabalhos que utilizaram modelos de privação de sono total ou parcial crônica ainda se contradizem e poucos estudos são direcionados à privação parcial de sono. Além disso, não há informações também sobre o possível efeito restaurador de uma sesta nas funções executivas prejudicadas após privação de sono. O objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito da privação parcial de sono noturno (de 3 horas) em testes que avaliam as funções executivas e se uma sesta é capaz de reverter os efeitos negativos observados nesses testes. Foi realizada a coleta de dados de um grupo no qual os voluntários foram solicitados a acordarem três horas mais cedo que o habitual no dia do experimento (grupo privação) e um outro grupo controle com sono normal, ambos com ciclo vigília-sono monitorados por actimetria durante os sete dias antecedentes ao experimento. No dia do experimento, os voluntários foram submetidos aos testes comportamentais antes e após um intervalo de 90 minutos, no qual um sorteio aleatório definiu se os mesmos dormiriam uma sesta (monitorada por polissonografia) ou ficariam acordados. Foram aplicados três testes: Iowa Gambling Test (IGT), que avaliou a tomada de decisões; Go/No-Go, que avaliou a inibição a estímulos não relevantes; Stroop, que avaliou a inibição a estímulos não relevantes ligados ao componente de flexibilidade mental. Apenas a tomada de decisões foi afetada pela privação de sono, o que nos levou a supor que conexões neurais entre o córtex pré-frontal ventromedial e áreas subcorticais motoras e emocionais foram afetadas após a privação de sono. A sesta foi capaz apenas de promover uma melhora no tempo gasto para verbalizar o cartão incongruente 3 no teste Stroop. Palavras-chave: Privação de sono, funções executivas, sesta, córtex pré-frontal, tomada de decisão, inibição, flexibilidade mental.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The incidence of sleep deprivation in modern society has increased the number of scientific evidences that have been concerned about cognitive components which affected in this condition. There are few studies concerning the effect of sleep deprivation on the behavior expressions that require decision-making, mental flexibility and inhibition not relevant events. The integration of these behaviors occurs in the prefrontal cortex, commonly called executive functions, impaired after either acute or chronic sleep restriction moments in humans. There are studies that used either total or chronic partial sleep deprivation models even contradict and few studies are intended to partial sleep deprivation, which most closely resembles the sleep restriction found in society. There is not also information about the possible effect of a restorative nap in executive functions impaired after sleep deprivation. The aim of the study is to assess effects of nocturnal partial sleep deprivation (3 hours) in executive functioning tests and if a nap is useful to reverse the negative effects perceived in these tests. It was carried out data collection of a group in which subjects were requested to wake up three hours early than usual on the experiment day (deprivation group) and another control group with normal sleep, both with sleep-wake cycle monitored by actigraphy during seven days prior to the experiment. The subjects were submitted to behavioral tests before and after an 90 minutes break on the day of the experiment, in which a random drawing divided the subjects that slept a nap (monitored with polysomnography) or stayed awake. They performed three tests: Iowa Gambling Test (IGT) to evaluate decision-making; Go/No-Go Test to evaluate inhibition irrelevant stimuli and Stroop Test to evaluate the inhibition irrelevant stimuli linked to mental flexibility component. Only decision-making was affected by sleep deprivation, highlighting the possibility of neural connections between ventromedial prefrontal cortex and subcortical motor and emotional areas impaired after sleep deprivation. The nap only improved the time taken to speak the incongruent card 3 on Stroop Test, verifying the role of nap in decreasing visual lapses that are common during sleep deprivation contexts. Keywords: Sleep deprivation, executive functions, nap, prefrontal cortex, decision-making, inhibition, mental flexibility.pt_BR
dc.format.extent135 f. : il. algumas color.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectFisiologiapt_BR
dc.subjectSono - Privaçãopt_BR
dc.subjectInibiçãopt_BR
dc.subjectJovenspt_BR
dc.titlePrivação parcial de sono e funções executivas em jovens universitáriospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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