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dc.contributor.authorSouza, Gisele de Paula e Silva Carneiro Mendes dept_BR
dc.contributor.otherRattmann, Yanna Dantaspt_BR
dc.contributor.otherSilva, Milene Zanoni dapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.date.accessioned2017-10-09T20:48:06Z
dc.date.available2017-10-09T20:48:06Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/48951
dc.descriptionOrientadora: Profª. Drª. Yanna Dantas Rattmannpt_BR
dc.descriptionCoorientador: Profª. Drª. Milene Zanoni da Silvapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Defesa: Curitiba, 20/06/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referências e apêndicespt_BR
dc.description.abstractResumo: O transplante de medula óssea (TMO) representa uma das principais modalidades terapêuticas para os pacientes com diagnóstico de doenças oncológicas, hematológicas e congênitas. Na América Latina, o Brasil foi o pioneiro neste procedimento realizando, em 1949, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC/UFPR) o primeiro TMO no país. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo identificar o perfil epidemiológico dos pacientes submetidos ao TMO no HC/UFPR, no período de 2011 a 2015, com base em variáveis demográficas, doença base e período de internação, e estimar a taxa de mortalidade relacionada ao TMO nessa instituição, bem como identificar e classificar os fármacos utilizados, além de estimar seus custos no período. Para isso, realizou-se uma pesquisa descritiva exploratória com fonte de dados secundária, viabilizada por meio do acesso ao Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Para a realização da análise estatística utilizou-se o EPI-INFO versão 3.3.2 e o Stata12. As categorizações realizadas foram: doenças de base e causas de óbito conforme CID-10, ocupações conforme classificação brasileira de ocupações, e fármacos conforme classificação ATC (Anatomical Therapeutic Chemical Classification). No período estudado 417 pacientes foram atendidos e 418 TMO foram realizados no HC/UFPR. Dos pacientes atendidos (n=417) 59,47% eram do Paraná, 49,40% tinham entre 0 e 17 anos, 63,55% eram do sexo masculino e 79,86% eram brancos. O transplante alogênico aparentado foi realizado em 44,50% e o não aparentado em 44,02%. 31,89% tinham a anemia aplástica adquirida como doença de base. 58,51% permaneceram internados entre 31 e 60 dias (média=37,58 dias). 90,89% obtiveram alta médica, enquanto 9,11% foram a óbito. Destes, havia 50,00% de cada sexo. 12,56% dos pacientes que vieram a óbito pertenciam à classe adulta (RR=1,99 [1,05;3,78]). As principais doenças de base para o óbito foram leucemia linfóide aguda e anemia aplástica adquirida. As causas mais frequentes de óbito foram parada cardiorrespiratória (45,80%) e falência múltipla de órgãos (29,20%). Identificou-se 171 fármacos utilizados pelos pacientes que realizaram TMO e que tinham como doença base a anemia aplástica. A média de fármacos utilizados foi de 44,30/paciente para o TMO alogênico aparentado e de 46,10/paciente para o não aparentado. A classe farmacológica de maior uso foi a dos antivirais sistêmicos. A média do custo dos fármacos para o TMO/paciente alogênico aparentado, no período do estudo, correspondeu a R$22.147,58 e, para o não aparentado, a R$13.216,94. Com base nos dados encontrados, conclui-se que a farmacoterapia é um dos principais itens que acarreta o alto custo do TMO além de estar diretamente ligada ao sucesso ou não do procedimento. Além disso, a identificação do perfil epidemiológico e do subgrupo mais propenso ao óbito auxiliam no melhor planejamento, estimativa de risco e elaboração de políticas públicas de saúde, bem como permite a identificação dos pacientes que precisam de maior vigilância para prevenção do óbito. Palavras-chave: Farmacoepidemiologia; Transplante de medula óssea; Anemia aplástica.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Bone marrow transplantation (BMT) represents one of the main therapeutic modalities for patients diagnosed with oncological, hematological and congenital diseases. In Latin America, Brazil was the pioneer in this procedure, performing in 1949, the Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC/UFPR) the first BMT in the country. In this context, the present study aimed to identify the epidemiological profile of patients submitted to BM in HC/UFPR in the period from 2011 to 2015, based on demographic variables, baseline disease and hospitalization period, and to estimate the related mortality rate to BMT in this institution, as well as to identify and classify the drugs used, in addition to estimating their costs in the period. For this, an exploratory descriptive research was carried out with a secondary data source, made possible through access to the Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Statistical analysis was performed using EPI-INFO version 3.3.2 and Stata12. The categorizations were: basic diseases and causes of death according to CID-10, occupations according to Brazilian classification of occupations, and drugs according to ATC (Anatomical Therapeutic Chemical Classification) classification. During the study period, 417 patients were treated and 418 BMT were performed at HC/UFPR. Of the patients treated (n = 417), 59,47% were from Paraná, 49,40% were between 0 and 17 years, 63,55% were males and 79,86% were white. The related allogeneic transplantation was performed in 44,50% and the non-related in 44,02%. 31,89% had acquired aplastic anemia as the underlying disease. 58,51% were hospitalized between 31 and 60 days (mean = 37,58 days). 90,89% were discharged, while 9,11% died. Of these, there were 50,00% of each sex. 12,56% of the patients who died were in the adult class (RR = 1,99 [1,05; 3,78]). The major underlying diseases for death were acute lymphocytic leukemia and acquired aplastic anemia. The most frequent causes of death were cardiorespiratory arrest (45,80%) and multiple organ failure (29,20%). We identified 171 drugs used by patients who performed BMT and who had as base disease aplastic anemia. The mean number of drugs used was 44,30/patient for the related allogeneic BMT and 46,10/patient for the unrelated one. The most widely used pharmacological class was systemic antivirals. The average cost of drugs for BMT related allogeneic patient, in the study period, corresponded to R$ 22.147,58 and for the non-related, R$ 13.216,94. Based on the data found, it is concluded that pharmacotherapy is one of the main items that entails the high cost of BMT and is directly related to the success or otherwise of the procedure. In addition, the identification of the epidemiological profile and subgroup most prone to death helps in the best planning, risk estimation and public health policy development, as well as the identification of patients who need greater vigilance to prevent death. Keywords: Pharmacoepidemiology. Bone marrow transplant. Anemia, aplastic.pt_BR
dc.format.extent930f. : il., algumas color., grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectSaúde coletivapt_BR
dc.subjectFarmacoepidemiologiapt_BR
dc.subjectTransplante de medula ósseapt_BR
dc.subjectAnemia aplasticapt_BR
dc.titleCaracterização epidemiológica e estudo de fármacos utilizados em pacientes submetidos ao transplante de medula óssea em um hospital público de Curitiba - Paranápt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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