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dc.contributor.advisorBetini, Luiz Antonio Fruetpt_BR
dc.contributor.authorDevecchi, Andrépt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Cardiologiapt_BR
dc.date.accessioned2019-09-17T21:13:51Z
dc.date.available2019-09-17T21:13:51Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/48825
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Luiz Antônio Fruet Betinpt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de ..., Curso de Especialização em ...pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractÉ um estudo de revisão bibliográfica em que obteve a preocupação no pior prognostico dos paciente com insuficiência cardíaca associada a regurgitação mitral, comparados, aqueles com insuficiência cardíaca sem regurgitação mitral. Esclarecendo alguns possíveis métodos inovadores e menos invasivos para a correção da regurgitação mitral com menor risco ao paciente. Publicações disponíveis na rede da Sociedade Brasileira de Cardiologia e revistas internacionais de 2009 a 2013. As publicações que investigaram os possíveis métodos, e, os colocaram em estudos são recentes, e têm realizado seu uso em pacientes de alto risco cirúrgico, ou comorbidades onde o risco cirúrgico se torne elevado. Lembrando sempre que o tratamento padrão ouro para regurgitação mitral nos dias atuais é a cirurgia de plastia mitral ou troca valvar mitral por próteses. Entretanto, os resultados dos novos dispositivos, se mostram inovadores e com ampla técnica de solução, ainda que, muito cedo para uma conclusão efetiva final para tratamento em seres humanos, exceto o Clipe Mitral de fixação das cúspides, cujo já disponível em pratica clinica atual, com resultados mostrando eficácia e segurança pelo estudo EVEREST II, publicado em 2011 pelo New England Journal of Medicine. Percebemos que os estudos mostram evidências de que alguns dispositivos ainda precisam de aprimoramento de engenharia, enquanto outros já estão em fase de aprovação para estudos de tratamento clinico efetivo, onde mostrarão sua eficácia e segurança, como é o caso do dispositivo Carillon®, da empresa Cardiac Dimension. É percebido pelos estudos preliminares que, os efeitos colaterais mais abordados pela técnica mais promissora (anuloplastia indireta) é a compressão da artéria circunflexa. Também nota-se um privilégio do dispositivo Carillon®, que é a remoção do mesmo em qualquer momento do tratamento, seja por simplesmente não cumprir o papel de redução da regurgitação mitral, ou de compressão da artéria circunflexa. Outras técnicas de abordagem, ainda em desenvolvimento e estudos ainda preliminares, também tem sugerido, ao menos que, em protótipos e em ovinos bons resultados, como é o caso do dispositivo Mitralign®, sendo estudado pelo Dr. Christopher Lee no St. Jude Hospital. Estes estudos mostram diversas novas técnicas menos invasiva para o tratamento da regurgitação mitral, porém ainda faltam aprimoramento técnicos e de estudos que mostram realmente sua segurança e eficácia. Estes dispositivos não vieram para a mudança do tratamento padrão ouro de cirurgia , e sim como uma opção terapêutica a mais, para um melhor prognósticos e qualidade de vida naqueles doentes com insuficiência cardíaca associada a regurgitação mitral e alto risco cirúrgico.pt_BR
dc.format.extent29 p.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.subjectInsuficiência cardíacapt_BR
dc.subjectInsuficiencia da valva mitral- - Cirurgiapt_BR
dc.titleProcedimentos percutaneos na regurgitação mitralpt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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