Show simple item record

dc.contributor.advisorSoares, Rodrigo Oliveira, 1966-pt_BR
dc.contributor.authorBortoli, Cassiana, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Contabilidadept_BR
dc.date.accessioned2017-06-27T18:47:45Z
dc.date.available2017-06-27T18:47:45Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/47744
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Rodrigo Oliveira Soarespt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Contabilidade. Defesa: Curitiba, 27/03/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Contabilidade e finançaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A demanda por profissionais com maiores conhecimentos advindos da formação acadêmica e da experiência profissional relacionadas a finanças para atuar como Diretor Presidente (Leite, 1997; Manfredi, 1998; Kuenzer, 2002; Rezende, 2002), motiva que os candidatos à essas vagas desenvolvam maior "Sofisticação Financeira". Esses conhecimentos são desejados pelos acionistas, uma vez que os gestores mais sofisticados financeiramente poderiam maximizar sua utilidade em favor do acionista, investindo em projetos mais arriscados. Contudo, a crença excessiva dos acionistas em relação à Sofisticação Financeira do CEO, pode levar esse profissional a superestimar ainda mais suas capacidades e subestimarem seus riscos, aumentando a propensão de que ele apresente os vieses cognitivos excesso de confiança e otimismo (ECO), ou aumentando ainda mais a tendência de apresentar esses desvios cognitivos, já que o fato de assumir cargos financeiros e de gestão estão associados à presença destes vieses (Fischhoff, Slovic, & Lichtenstein, 1977; Barber & Odean, 2001; Kahneman, 2012; Dickel & Moura, 2016). Dessa forma, o presente trabalho teve por objetivo identificar a relação entre a Sofisticação Financeira dos CEO?s e os vieses cognitivos Excesso de Confiança e Otimismo. Para tanto, a amostra deste estudo compreendeu 179 empresas listadas na BM&FBovespa durante os períodos de 2011 a 2015 (excluindo as observações faltantes), totalizando 810 observações. A de Sofisticação Financeira (conceito criado neste estudo) foi mensurada a partir da análise fatorial que permitiu criar o Índice de Sofisticação Financeira (ISF), o qual compreende 7 itens, 3 da dimensão Acadêmica (A) e 4 da dimensão Profissional (P), além disso, foram criados índices para cada uma das dimensões: ISFA e ISFP, a fim de testa-los separadamente. A análise de dados foi conduzida utilizando-se de estatísticas descritivas, correlação de spearman e a regressão linear multivariada (2 modelos: 1 - ISF e 2 - ISFA e ISFP), que considerou as variáveis de controle: CEO Empreendedor (CEOE), CEO Presidente do Conselho da Administração (CEOPCA), Troca de CEO (Troc), Gênero (G), Idade (I), Tamanho (T), Índice Preço/Lucro (IPL), Risco (R) e PIB defasado (PIBt-1). Os resultados do primeiro modelo econométrico indicaram que o ISF não está relacionado com o ECO, no entanto, ao testar o segundo modelo econométrico, o ISFA apresentou-se positiva e significativamente relacionado ao ECO, indicando que os CEO?s que possuem formação internacional, formação financeira e experiência no ramo são propensos a apresentar os desvios cognitivos ECO; diferentemente do ISFP que não apontou significância, além do coeficiente sinalizar o oposto do esperado, apontando que indivíduos com maior ISFP tendem a obter comportamentos isentos dos vieses ECO. Palavras-chave: Índice de Sofisticação Financeira, Índice de Sofisticação Financeira Acadêmica, Índice de Sofisticação Financeira Profissional, Excesso de Confiança, Otimismo.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The demand for professionals with greater academic knowledge and professional experience related to finance to act as CEO (Leite, 1997; Manfredi, 1998; Kuzzer, 2002; Rezende, 2002) motivates candidates for these positions to develop greater "Financial Sophistication". Shareholders want this knowledge once more sophisticated financial managers could maximize their utility in favor of the shareholder by investing in riskier projects. However, an overestimation of the CEO's Financial Sophistication belief may lead these professionals to overestimate their capabilities and underestimate their risks, which increases their propensity to exhibit the overconfidence and optimism (OCO) cognitive bias. It may also increase the tendency of these professionals to present these cognitive deviations, since the fact of assuming financial and management positions is associated with the presence of these biases (Fischhoff, Slovic, & Lichtenstein, 1977; Barber & Odean, 2001; Moura, 2016). Thus, the present work aimed to identify the relationship between the CEO's Financial Sophistication and the Overconfidence and Optimism cognitive biases. Therefore, the sample of this study was composed by 179 companies listed on the BM & FBovespa, considering the period from 2011 to 2015 (excluding the missing observations), totaling 810 observations. The Financial Sophistication Index (concept created in this study) was measured using the factorial analysis that allowed the creation of the Financial Sophistication Index (FSI). The FSI comprises 7 items: 3 are related to the Academic dimension (A) and 4 to the Professional dimension (P). In addition, we created indexes for each of the dimensions to test them separately: AFSI and PFSI. Data analysis included descriptive statistics, spearman correlation and multivariate linear regression (2 models: FSI and 2 - FSIA and FSIP), which considered the following control variables: CEO Entrepreneur (CEOE), CEO Chairman (CEOC), CEO Change (CEOCH), Gender (G), Age (A), Size (S), Index Price/Profit (IPL), Risk (R) and Gap-off (Gapt- 1). The results of the first econometric model indicated that FSI is not related to the OCO, however when testing the second econometric model, the AFSI was positively and significantly related to the OCO, indicating that CEOs who had international and financial training and experience in the field are likely to present OCO cognitive deviations; Differently, the PFSI did not achieve statistical significance and its coefficient showed a contrary sign in relation to the expected one, pointing out that individuals with higher PSFI tend to present behaviors exempt from the OCO bias. Keywords: Financial Sophistication Index, Academic Financial Sophistication Index, Professional Financial Sophistication Index, Overconfidence, Optimism.pt_BR
dc.format.extent97 f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectCiências Contábeispt_BR
dc.subjectExecutivos - Formação profissionalpt_BR
dc.subjectExecutivos - Desempenhopt_BR
dc.subjectSucesso nos negociospt_BR
dc.subjectLiderançapt_BR
dc.subjectEmpresas - Finançaspt_BR
dc.titleA sofisticação financeira dos CEO'S e sua relação com os vieses cognitivos excesso de confiança e otimismo : um estudo realizado em companhias abertas brasileiraspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record