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dc.contributor.authorArana, Luis Augustopt_BR
dc.contributor.otherMoreira, Ana Tereza Ramospt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgicapt_BR
dc.date.accessioned2017-08-11T22:31:20Z
dc.date.available2017-08-11T22:31:20Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/47441
dc.descriptionOrientadora: Profª. Drª. Ana Tereza Ramos Moreirapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgica. Defesa: Curitiba, 24/03/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração : Clinica cirurgiapt_BR
dc.description.abstractResumo; Objetivos: Avaliar a diferença da esclerotomia com sutura removível, não removível e sem sutura, na vitrectomia via pars plana (VVPP) pela tomografia de coerência óptica de segmento anterior (OCT-SA), e quanto à formação de granuloma no local. Pacientes e métodos: Estudo prospectivo em 32 pacientes submetidos à VVPP 23 gauge por diversas patologias vitreorretinianas que, ao final do procedimento, precisaram de suturas nos quadrantes superiores, mas não foram necessárias no quadrante temporal inferior (infusão). Na escleretomia temporal superior foi utilizada a sutura removível no sexto dia de acompanhamento, já no quadrante nasal superior foi usada a sutura não removível, sempre utilizando o mesmo fio: vicryl 7.0 (poliglactina 910). Assim as esclerotomias foram divididas em três grupos. Grupo I (sem sutura), grupo II (sutura removível), grupo III (sutura não removível). Os pacientes foram acompanhados rotineiramente com avaliação oftalmlógica, documentação fotográfica (Canon CX-1) e pelo OCT-SA (RTVue, Optovue) no primeiro, sexto e trigésimo dia pós-operatório na área da esclerotomia. A fotografia do segmento anterior visou avaliar a reação conjuntival ao fio de sutura, já o OCT documentou a espessura desse nódulo e a arquitetura da incisão escleral. Resultados: As fotografias do segmento anterior demonstraram no grupo I e II, um padrão semelhante de hiperemia no acompanhamento, com uma pequena diferença de hiperemia no dia 6, maior no grupo com a sutura removível. No entanto, o grupo III observa uma progressão da hipermia conjuntival com a formação de um nódulo conjuntival associado com episclerite ao trigésimo dia de pós-operatório. A presença desse nódulo esteve presente apenas no grupo III (84.4% dos casos). Em relação ao OCT, a espessura do tecido acima da esclera ao final do segmento não teve diferença estatística entre os grupos I e II (p=0,138); contudo, foi positiva entre esses grupos e o grupo com sutura não removível (p<0,001). A arquitetura das esclerotomias não foi visualizada no grupo III devido à formação do nódulo, contudo os achados no grupo I foram: fechada em 65.6%, lacuna interna 3.1%, lacuna externa 12.5%, lacuna interna e externa 3.1%, desalinhamento entre piso e teto 9.4%, vítreo encarcerado 6.3%. No grupo II: fechada em 84.4%, lacuna externa 12.5% e lacuna interna e externa 3.1%. Não foi encontrada diferença estatística entre as causas de não fechamento com as indicações das cirurgias (macular x não macular); reoperações; substância de tamponamento interno. Conclusão: A técnica com sutura removível demonstrou um melhor fechamento em relação as esclerotomias sem sutura (84.4% x 65,6%), contudo, essa relação não foi estatisticamente signficativa. Ao remover o vicryl no 6 dia de pós-operatório, evitouse a formação de um granuloma conjuntival associado a um nódulo episcleral secundário ao fio de sutura. Ao final do seguimento não se encontraram diferenças na biomicroscopia do segmento anterior entre o grupo com sutura removível e sem sutura. Palavras-chave: Esclerotomia. Sutura removível. OCT. Vitrectomiapt_BR
dc.description.abstractAbstract: Purpose: To evaluate the difference of releasable, non-removable and sutureless sclerotomy in the pars plana vitrectomy (PPV) by anterior segment optical coherence tomography (AS-OCT) and the formation of granuloma. Materials and Methods: Prospective study of 32 patients undergoing 23 gauge PPV for various vitreoretinal conditions that at the end of the procedure required sutures in the upper quadrants, but was not necessary in the inferior temporal quadrant (infusion). In the superior temporal sclerectomy the removable suture was used in the sixth day of follow-up, whereas the superior nasal quadrant was the non-removable suture, always using the same thread: vicryl 7.0. Thus, the sclerotomies were divided into three groups. Group I (sutureless), group II (releasable suture), group III (non-removable suture). Patients were routinely followed up with ophthalmologic evaluation, photographic documentation (Canon CX-1) and AS-OCT (RTVue, Optovue) on the first, sixth and thirtieth postoperative day in the area of sclerotomy. The anterior segment photography aimed to evaluate the conjunctival reaction to the vicryl, and the OCT documented the thickness of this nodule and the architecture of the scleral incision. Results: The anterior segment photographs showed a similar pattern of hyperemia at follow-up in group I and II, with a small difference in hyperemia at day 6, higher in the group with releasable suture. However, group III observed a progression of conjunctival hyperemia with the formation of a conjunctival nodule associated with episcleritis on the thirtieth postoperative day. The presence of this nodule was present only in group III (84.4% of the cases). In AS-OCT analyzes, the thickness of the tissue above the sclera at the end of the follow up did not have statistical difference between groups I and II (p = 0.138), but was positive between these groups and the non-removable suture group (p <0.001). The sclerotomy architecture was not visualized in group III due to nodule formation. The findings in group I were: closed in 65.6%, internal gap 3.1%, external gap 12.5%, internal and external gap 3.1%, misalignment of the roof and floor of the incision 9.4%, vitreous incarceration 6.3%. In group II: closed in 84.4%, external gap 12.5% and internal and external gap 3.1%. No statistical difference was found between the causes of non-closure sclerotomies with indications of surgeries (macular x non-macular), reoperations and internal tamponade. Conclusion: The technique with releasable suture showed a better closure compared with sutureless sclerotomies (84.4% x 65.6%), however this relationship was not statistically positive. Removal of vicryl on the 6th postoperative day prevented the formation of a granuloma secondary to the vicryl suture. At the end of the follow-up, there were no differences in biomicroscopy of the anterior segment or tomographic findings between the group with removable suture and without suture. KEYWORDS: Sclerotomy. Releasable suture. OCT. Vitrectomypt_BR
dc.format.extent81 f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectCirurgiapt_BR
dc.subjectVitrectomiapt_BR
dc.subjectSuturaspt_BR
dc.titleAnálise das esclerotomias pela tomografia de coerência óptica e formação de granuloma na vitrectomia 23 gauge com sutura removível, sutura não removível e sem suturapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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