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dc.contributor.advisorPedroso, Maria Lucia Alvespt_BR
dc.contributor.authorMarcon, Ana Carolina Carneiropt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Medicina Internapt_BR
dc.date.accessioned2017-03-22T20:38:33Z
dc.date.available2017-03-22T20:38:33Z
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/45670
dc.descriptionOrientador : Drª. Maria Lúcia Alves Pedrosopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna. Defesa : Curitiba, 26/09/2016pt_BR
dc.descriptionInclui referências : f. 43-45pt_BR
dc.description.abstractResumo: As estenoses benignas do esôfago são potencialmente graves em crianças e adolescentes, podendo estar associadas a disfagia progressiva, perda de peso, desnutrição, impactação alimentar e aspiração pulmonar. Apesar da dilatação esofágica endoscópica ser uma técnica há muito tempo descrita no tratamento das estenoses esofágicas existem poucos dados na literatura a respeito deste procedimento, bem como da evolução em relação a melhora clínica e o sucesso dessa modalidade terapêutica na faixa etária pediátrica. Objetivos: Avaliar em centro de referencia em endoscopia pediátrica as principais causas de estenose benigna esofágica em crianças e adolescentes, bem como a resposta clinica e a taxa de complicações ao tratamento com dilatação endoscópica seriada. Métodos: Análise dos dados clínicos e endoscópicos de coorte histórica de pacientes pediátricos com estenose esofágica benigna tratados por dilatação endoscópica entre janeiro de 1998 e dezembro de 2015 em um centro de referencia em endoscopia pediátrica. Resultados: Foram incluídos 292 pacientes, com idade entre 1 mês a 20 anos (média= 34,5 meses) que foram submetidos a 2.185 dilatações esofágicas endoscópicas. Houve predomínio das estenoses secundárias à correção de atresia do esôfago (62,7%) seguida pelos pacientes com estreitamento do esôfago de origem cáustica (15,1%) e péptica (12%). Os dilatadores de Savary-Gilliard foram os mais utilizados. A média de dilatações para melhora clínica e alta endoscópica foi de 3 e 7,4 sessões por paciente, respectivamente. Houve melhora clínica que permitiu a interrupção do programa de dilatações em 79,3% dos pacientes em período médio de 11 meses. Nove casos (0,4%) de perfuração esofágica foram descritos como complicações do procedimento. Conclusões: Principais causas de estenose esofágica neste estudo foram estenoses secundárias à correção de atresia do esôfago, estenose cáustica e péptica. Mais da metade dos pacientes evoluíram com resposta clínica já no sexto mês de tratamento e houve abaixo de 0,5 % de casos com complicação. Palavras-chave: Endoscopia gastrointestinal, refluxo gastroesofágico, atresia esofágica, cáusticospt_BR
dc.description.abstractAbstract: Benign esophageal strictures are potentially serious in children and adolescents and can be associated with progressive dysphagia, weight loss, malnutrition, food impaction and pulmonary aspiration. Although the use of endoscopic esophageal dilatation in the treatment of esophageal strictures has long been described in the literature, there is a dearth of data about this procedure and the clinical improvement and success rate in pediatric patients treated using this technique. Objectives: To assess the causes of esophageal stricture in pediatric patients in a reference center for pediatric endoscopy and investigate patients' response to, and the risk of complications associated with, endoscopic dilatation. Methods: The study used clinical and endoscopic data from a historical cohort of children and adolescents with esophageal stricture who underwent endoscopic dilatation between January 1998 and December 2015 in a reference center for pediatric endoscopy. Results: A total of 292 patients aged between 1 month and 20 years (mean=34.5 months) were included in the study. Strictures secondary to surgical correction of esophageal atresia (62.7%) and corrosive (15.1%) and peptic (12%) strictures were the most prevalent. The most frequently used dilators were Savary-Gilliard dilators. The average number of sessions for clinical improvement and discharge from endoscopic treatment was 3 and 7.4 sessions/patient, respectively. There was sufficient clinical improvement to allow treatment to be stopped in 11 months on average in 79.3 % of the patients. Complications secondary to the procedure were observed in 0.4% of the patients, including nine cases of esophageal perforation. Conclusions: The major causes of esophageal stricture in this study were surgical correction of esophageal atresia and caustic and peptic strictures. Over half of the patients had a clinical response in the first sixth months of treatment, and 0.4% of the cases experienced complications during the procedure. Keywords: Gastrointestinal endoscopy, gastroesophageal reflux, esophageal atresia, corrosive agents.pt_BR
dc.format.extent52 f. : il., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectClínica médicapt_BR
dc.subjectEstenose esofágicapt_BR
dc.subjectEndoscopia gastrointestinalpt_BR
dc.subjectAtresia esofágicapt_BR
dc.titleDilatação endoscópica no tratamento das estenoses esofágicas benignas em um centro de endoscopia pediátrica : indicações e resultadospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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