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dc.contributor.authorTorres, Renan Pedro de Almeidapt_BR
dc.contributor.otherMoreira, Ana Tereza Ramospt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Oftalmologiapt_BR
dc.date.accessioned2020-02-17T21:52:58Z
dc.date.available2020-02-17T21:52:58Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/44280
dc.descriptionOrientadora : Profª Dra Ana Tereza Ramos Moreirapt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Terra. Curso de Especialização em Oftalmologia.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A perda da visão é uma complicação perioperatória devastadora que pode ocorrer após cirurgias prolongadas na posição de decúbito ventral. Neuropatias ópticas isquêmicas são as condições mais frequentemente relatadas associada com perda da visão permanente, particularmente após cirurgia da coluna. O objetivo deste estudo foi relatar um caso de síndrome compartimental isquêmica orbital após cirurgia de artrodese tóraco-lombar e realizar uma revisão de literatura sobre casos de complicações perioperatórias pós cirurgias de coluna. Relato de caso: Criança de 12 anos e 6 meses de idade, sexo masculino, submetida a artrodese tóraco-lombar sob anestesia geral, enxerto ósseo (aloenxerto) e colocação de dreno subcutâneo. Tempo da cirurgia de aproximadamente 6 horas. Logo após a extubação queixou-se de dor em olho esquerdo e apresentava lacrimejamento. Apresentou acuidade visual de vultos, oftalmoplegia, média midríase fixa, micro-hemorragias peri-papilares, palidez de mácula, nervo ótico e retina. A avaliação neuro-oftalmológica demonstrou edema de papila, palidez discreta de nervo ótico, estreitamento arteriolar, retina com coloração normal e rarefação do epitélio pigmentar da retina inferior. Diagnosticado com síndrome compartimental orbitária com neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica por oclusão de artéria central da retina devido trauma isquêmico durante cirurgia de coluna. Conclusão: Uma avaliação cuidadosa dos medicamentos do paciente, como dos inibidores da agregação plaquetária é aconselhado. Pacientes com antecedentes de hepatite ou discrasias sanguíneas devem ser estabilizadas antes da cirurgia. Pressão arterial deve ser controlada, além do adequado controle da dor, da náusea e supressão do reflexo da tosse. O monitoramento intra-operatório dos sinais de aumento da pressão orbital é fundamental para evitar complicações isquêmicas que podem levar a danos irreversíveis e perda permanente da visão.pt_BR
dc.format.extent50 p. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.subjectNervo opticopt_BR
dc.subjectCegueirapt_BR
dc.subjectArtrodesept_BR
dc.titleSíndrome compartimental isquêmica orbital após cirurgia de artrodese tóraco-lombar : relato de caso e revisão de literaturapt_BR
dc.typeMonografia Especialização Digitalpt_BR


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