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dc.contributor.advisorCodato, Adriano Nervo
dc.contributor.authorDjau, Malam
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Ciência Política
dc.date.accessioned2016-08-08T20:26:47Z
dc.date.available2016-08-08T20:26:47Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/43391
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Adriano Nervo Codato
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Ciência Política. Defesa: Curitiba, 14/04/2016
dc.descriptionInclui referências : f. 53-58
dc.description.abstractResumo: Na Guiné-Bissau, depois emancipação nacional em 1974, a politização no seio das elites militares das FFAA era perceptível naquela instituição, e isso permitiu o surgimento de grupos rivais associados a partidos políticos. Esse fato contribui numa series de crises observadas em constante instabilidade política e governamental e golpes sucessivos verificados ao longo dos últimos anos. A partir destes pressupostos, analisaremos quatro casos contextuais que se seguem: a configuração das elites militares depois da independência e a formação do Estado em 1974; a abertura política e a formação do multipartidarismo em 1994; as interferências das elites militares após a guerra civil de 1999; bem como o golpe de Estado de 2012. A hipótese do nosso trabalho é seguinte: "A politização das lideranças militares nas FFAA motivou o surgimento das facções rivais e geraram as instabilidades políticas". Concluímos que a politização das elites militares ao longo dos anos estudados e as suas ações foi um elemento crucial para se explicar a instabilidade política e a incipiência da democracia no país. PALAVRAS CHAVE: Guiné-Bissau, Elites Militares; Conflitos; Instabilidades Política, Facções Internas.
dc.description.abstractAbstract: In Guinea-Bissau after national liberation in 1974, the politicization within the military elite of the armed forces were noticeable in that institution and that allowed for the emergence and formation of affiliated rival groups most often with political parties. This contributes to a series of crises, such as the constant political and governmental instability and successive coups recorded over the past years. From these assumptions, we analyze four contextual the following cases: The setting of military elites after independence and the formation of the state in 1974; the political opening and the formation of the multiparty system in 1994; the interference of the military elites after the civil war of 1999; and the state's coup in 2012. The hypotheses of our work is the following: "The politicization of military leaders in the armed forces led to the emergence of rival factions and generated political instability" We concluded that the politicization of military elite over the years that were studied, their actions are a crucial factor to explain the political instability and the incipient democracy in the country. KEYWORDS: Guinea-Bissau; Military Elites; Conflicts; Instabilities Policy, Internal Factions
dc.format.extent58 f.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.relationDisponível em formato digital
dc.subjectForças Armadas - Atividades politicas
dc.subjectPolitica e governo
dc.subjectConflito social - Guine-Bissau
dc.subjectForças Armadas - Atividades politicas
dc.subjectPolitica e governo
dc.subjectConflito social - Guine-Bissau
dc.subjectForças Armadas - Atividades politicas
dc.subjectPolitica e governo
dc.subjectConflito social - Guine-Bissau
dc.subjectForças Armadas - Atividades politicas
dc.subjectPolitica e governo
dc.subjectConflito social - Guine-Bissau
dc.subjectForças Armadas - Atividades politicas
dc.subjectPolitica e governo
dc.subjectConflito social - Guine-Bissau
dc.titleTrinta anos de golpes de estado na Guiné-Bissau : uma análise da elite militar
dc.typeDissertação


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