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dc.contributor.authorSousa, Claudiney Jose dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias Humanas, Letras e Artes. Programa de Pos-Graduacao em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2006-08-09T03:04:57Z
dc.date.available2006-08-09T03:04:57Z
dc.date.created2006-08-08pt_BR
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/4298
dc.description.abstractOrientador: Eduardo Salles O.Barrapt_BR
dc.description.abstractDissertaçăo (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Cięncias Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduaçăo em Filosofia. Defesa: Curitiba, 2006pt_BR
dc.description.abstractInclui bibliografiapt_BR
dc.description.abstractResumo: A naturalizaçăo das relaçőes de causa e efeito, na obra de David Hume, é aqui analisa sobum duplo ponto de vista: tanto na sua doutrina dos princípios associativos da imaginaçăocomo responsáveis por conferir inteligibilidade ŕs associaçőes promovidas pelaimaginaçăo, quanto nas suas análises do princípio do hábito como promotor doassentimento a essas mesmas associaçőes e, conseqüentemente, da crença no estado decoisas correspondente. A naturalizaçăo mediante o hábito recebe um maior destaque namedida em que, como produtor de crença e evidęncia, é ele concebido como capaz de nosdar garantias acerca dos eventos futuros e, assim, conferir necessidade ŕs conexőescausais, colocando em debate um dos temas epistemológicos fundamentais da teoriahumeana da causalidade: a distinçăo entre ficçőes e crenças. No âmbito das funçőescognitivas desempenhadas pelo hábito, o processo de naturalizaçăo será exemplarmenteidentificado na distinçăo entre relaçőes naturais e filosóficas de causa e efeito, que podemocorrer como mera comparaçăo ou como uma verdadeira associaçăo entre os objetosassim relacionados, visto que, em princípio, seu fundamento năo pode estar nasqualidades sensíveis dos objetos, nem experięncia, nem mesmo na razăo demonstrativa.Isto nos remete aos dois grandes problemas em torno dessa relaçăo: o problema dainduçăo (a questăo da legitimidade ou năo da inferęncia dos eventos futuros, tendo comopremissas os eventos passados) e o chamado problema da causalidade (o problema daimpossibilidade de atribuirmos eficácia causal ŕs qualidades conhecidas dos objetos nasrelaçőes mediante causa e efeito) que encontrarăo soluçăo possível apenas na hipótese dohábito, na medida em que é o único princípio capaz de prover aos objetos uma qualidadeadicional que determina a mente a conectá-los necessariamente e, assim, constitui-se noúnico princípio de determinaçăo dos eventos futuros (conferindo legitimidade ŕs nossasinferęncias ampliativas)..pt_BR
dc.format.mimetypetextpt_BR
dc.language.isopopt_BR
dc.sourceoai:ufpr.br:221096pt_BR
dc.source.urihttp://200.17.209.5:8000/cgi-bin/gw_42_13/chameleon.42.13a?host=localhost%201111%20DEFAULT&sessionid=VTLS&function=CARDSCR&search=KEYWORD&pos=1&u1=12101&t1=221096pt_BR
dc.titleNaturalizaçăo das relaçőes de causa e efeito na filosofia de David Hume /pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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