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dc.contributor.advisorMercadante, Adriana Frohlich
dc.contributor.authorRichter, Larissa Morato Luciani
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Microbiologia, Parasitologia e Patologia Básica
dc.date.accessioned2016-03-24T15:22:22Z
dc.date.available2016-03-24T15:22:22Z
dc.date.issued2015
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/41858
dc.descriptionOrientadora : Profª Drª Adriana Frohlich Mercadante
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ciencias Biológicas (Microbiologia, Parasitologia e Patologia Básica). Defesa: Curitiba, 20/03/2015
dc.descriptionInclui referências : f. 62-68
dc.descriptionÁrea de concentração
dc.description.abstractResumo: A proteína prion celular, ou PrPC, é uma glicoproteína extracelular, ancorada na membrana por uma molécula de glicofosfatidilinositol (GPI). A conversão de PrPC para uma isoforma mal dobrada e infecciosa, PrPSc, é responsável pelo desenvolvimento das doenças espongiformes transmissíveis (TSEs), ou doenças priônicas. Apesar de extensa pesquisa e do fato de PrPC ser conservada entre as espécies, não se chegou a um consenso sobre sua função fisiológica. Recentemente nosso grupo identificou a interação entre PrPC e Stub1 (STIP1 homology and U-Box containing protein 1), também denominada CHIP (C-terminus of HSC70-interacting protein) - uma co-chaperona citoplasmática que apresenta atividade ubiquitina E3-ligase, através do sistema de duplo-híbrido em leveduras. Stub1/CHIP age fazendo a triagem de proteínas para o dobramento ou degradação. Entretanto, a função biológica dessa interação ainda não estava elucidada. Primeiramente, o objetivo desse trabalho foi confirmar a interação entre PrPC e Stub1/CHIP através de técnicas de pull-down e co-imunoprecipitação. A interação foi confirmada tanto em ensaios com proteínas superexpressas, através da transfecção de células HEK293T com plasmídeos com capacidade de expressar PrPC e Stub1/CHIP, quanto endógenas, a partir de amostras de encéfalo e epitélio olfatório de camundongo, corroborando com os dados achados pelo sistema de duplohíbrido. A segunda etapa desse trabalho teve como objetivo caracterizar a interação de Stub1/CHIP e PrPC. Focou-se no envolvimento de Stub1/CHIP na estabilidade/degradação de PrPC, supondo-se que Stub1/CHIP participaria no controle de qualidade de PrPC. Dessa forma, ensaios de degradação e ubiquitinação foram realizados em células transfectadas com plasmídeos com capacidade de expressar PrPC e Stub1/CHIP. Nossos resultados indicam que Stub1/CHIP está envolvida na degradação de PrPC e sugerem que a via de degradação envolvida seja a dependente de ubiquitina-proteossomo. Esses trabalho indica um importante papel de Stub1/CHIP na estabilidade/degradação de PrPC, sendo um possível alvo de estratégias terapêuticas no estudo das TSEs. Palavras-chave: PrPC. Stub1/CHIP. Ubiquitina-proteossomo. Prion. Controle de qualidade de proteínas.
dc.description.abstractAbstract: The cellular prion protein (PrPc) is a glycoprotein bound to cell membrane via a glycosylphosphatidylinositol (GPI) anchor. A conversion of PrPC to its misfolded and infectious isoform (PrPSc) is responsible for the development of transmissible spongiform encephalopathies (TSEs), or prion diseases. Despite intensive research and the fact that PrPC is conserved across different species, a consensus about its physiological function has not yet been reached. Recently, our group identified the interaction between PrPC and Stub1 (STIP1 homology and U-Box containing protein 1), also called CHIP (C-terminus of HSC70-interacting protein) through yeast twohybrid screen, a cytoplasmic co-chaperone which presents as ubiquitin E3-ligase activity. Stub1/CHIP acts screening proteins to their folding or degradation. Nevertheless, the biological function of this interaction was not yet elucidated. The first objective of this work was to confirm the interaction between PrPC and Stub1/CHIP through pull-down and co-immunopreciptation assays. This interaction was confirmed in assays from super expressed proteins, through transfection of HEK293T cells with plasmids expressing PrPC and Stub1/CHIP, and from endogenous proteins assays, through mouse brain and olfactory epithelium sampling, corroborating the data from yeast-two-hybrid screen. The second part of this study aimed to characterize the interaction between Stub1/CHIP and PrPC. We focused on the involvement of Stub1/CHIP in the stability/degradation of PrPC, assuming that Stub1/CHIP would participate in PrPC quality control. In this way, degradation and ubiquitination assays were performed in cells transfected with plasmids expressing PrPC and Stub1/CHIP. Our results indicate that Stub1/CHIP is involved in the degradation of PrPC. This work indicates an important role of Stub1/CHIP in the stability/degradation of PrPC, which could become a target for therapeutic strategies in the study of the TSEs. Keywords: PrPC. Stub1/CHIP. Ubiquitin-proteasome. Prion. Protein quality control.
dc.format.extent94 f. : il. algumas color.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.relationDisponível também em formato digital
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectParasitologia
dc.subjectPríons
dc.subjectUbiquitina
dc.titleCaracterização do papel de Stub1/CHIP no controle da estabilidade da proteína prion celular
dc.typeDissertação


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