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dc.contributor.advisorOliveira, Paulo Franco de
dc.contributor.authorSilva, Paulo Sergio Bezerra da
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Cardiologia
dc.date.accessioned2016-02-25T17:29:37Z
dc.date.available2016-02-25T17:29:37Z
dc.date.issued1995
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/41262
dc.descriptionOrientador: Paulo Franco de Oliveira
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Parana, Setor de Ciencias da Saude
dc.description.abstractResumo: Este trabalho compara os resultados imediatos da Aterectomia Rotacional (AR) com os da Angioplastia Transluminal Coronária (ATC) nas lesões do tipo B2 e C (ACC/AHA). Foram tratados 85 pacientes, 100 procedimentos (Grupo I), pela técnica de Aterectomia Rotacional em lesões do tipo B2 e C, com as seguintes características gerais: 267 lesões; 184 lesões dilatadas (68,9%); 33,0% dos procedimentos eram uniarteriais; 67,0% eram multiarteriais; 18,0% já submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio; 34,0% apresentavam IAM prévio e 41,7% já submetidos à angioplastia prévia (reestenose). Em relação ao tipo de lesão, 86,0% eram do tipo B2; 26,0% do tipo C e 12,0% dos procedimentos apresentaram lesões do tipo B2 e C. Estes resultados foram comparados com os resultados de 85 pacientes com as mesmas características de lesão B2 e C, num total de 98 procedimentos, submetidos à técnica de Angioplastia Transluminal Coronária, (Grupo II). Neste grupo, as características gerais foram: 195 lesões; 144 lesões dilatadas (73,8%); 46,9% dos procedimentos eram uniarteriais; 53,1% multiarteriais; 4,1% já submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio; 44,9% apresentavam IAM prévio e 10,3% já submetidos à angioplastia prévia (reestenose). Em relação ao tipo de lesão, 70,4% eram do tipo B2 e 29,6% do tipo C. O sucesso do procedimento na AR foi de 96,0% e para a ATC de 95,0%, No grupo da AR, o sucesso segundo o tipo de lesão tratada foi de 97,1% para as lesões do tipo B2 e 96,3% para as do tipo C. No grupo da ATC, 96,2% para as do tipo B2 e 93,0% para as do tipo C. No grupo da AR, as complicações foram: espasmo pós (1,0%), oclusão pós-distal (2,0%), oclusão aguda (2,0%), dissecção (7,0%), IAM pós (1,0%) e mortalidade (2,4%). No grupo da ATC foram: oclusão aguda (1,0%), dissecção (18,4%) e IAM pós (1,0%). Na AR, 14 procedimentos (10,6%) não necessitaram do uso da ATC pós complementar, sendo todos do tipo B2, com resultado de 92,9% de sucesso; 87 procedimentos (65,9%) necessitaram de ATC pós complementar, com 98,9% de sucesso, sendo 70 procedimentos (80,5%) de B2 e 17 (19,5%) do tipo C. A AR apresentou maior número de pacientes já submetidos à cirurgia de revascularização prévia. A AR apresentou significância estatística para as lesões do tipo B2, com características: ostial, por reestenose, que não foram dilatadas por balão, em curva, excêntrica e bifurcação. Para as lesões do tipo C, lesão com longo segmento doente e seqüenciais. A AR é um procedimento eficaz, seguro e de fácil reprodução, como tratamento primário ou coadjuvante à ATC, com alto índice de sucesso e menor índice de complicação em lesões do tipo B2 e C.
dc.format.extent105f. : il. color., tabs. ; 30cm.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.subjectAngioplastia transluminal percutania
dc.subjectRevascularização miocardica
dc.titleRevascularização do miocardio : analise comparativa entre os resultados imediatos da aterectomia rotacional e da angioplastia transluminal coronaria
dc.typeDissertação


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