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dc.contributor.advisorEggensperger, Klauspt_BR
dc.contributor.authorWieler, Bárbara Luisa Martinspt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2019-12-20T12:09:43Z
dc.date.available2019-12-20T12:09:43Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/40917
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Klaus Eggenspergerpt_BR
dc.descriptionAutor não autorizou a divulgação do arquivo digitalpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 16/03/2015pt_BR
dc.descriptionInclui referências : f. 212-218pt_BR
dc.description.abstractResumo: O presente trabalho pretende delinear a construção das narrativas chick-lit a partir da investigação de três livros do gênero, a saber: Melancia, de Marian Keyes, O diário de Bridget Jones, de Helen Fielding e Os delírios de consumo de Becky Bloom, de Sophie Kinsella. O objetivo do estudo é averiguar como as personagens femininas são desenhadas nesses romances contemporâneos, para tanto, discutirse- á o posicionamento delas a respeito de temas como amor, trabalho, consumo e autoestima. As protagonistas são garotas na faixa dos 20 aos 30 anos, solteiras, brancas, economicamente ativas e pertencentes à classe média. O enredo recorta um período da vida das personagens, geralmente ligado ao encontro do verdadeiro amor, cuja busca é entremeada por vicissitudes e frustrações, enquanto outros dilemas, como profissionais e estéticos, também as acossam. A chick-lit é fruto da Indústria Cultural e se submete às leis de mercado para garantir lucros aos seus produtores. Nesse sentido, ela é confeccionada a partir de fórmulas que garantem a padronização, a massificação e o sucesso das obras. Essas fórmulas remetem à linhagem de escrita popular feminina, iniciada no século XVIII, por Jane Austen, mas que foram perpetuadas e consagradas pelos romances Harlequin e ainda hoje seguem profícuas e vivas. Ao mesmo tempo em que a chick-lit empresta características dos romances cor-de-rosa do passado, ela também renova a receita, adicionando elementos que atualizam o enredo e o perfil das personagens. A urdidura das tramas, nesse sentido, procura unir uma linguagem mais moderna à temática tradicionalmente açucarada e manejar aspectos literários, como espaço e tempo, de modo a facilitar e familiarizar a leitura. A verossimilhança e o efeito do real são outras premissas almejadas pelo gênero e espera-se que ele incite a identificação na leitora e a divirta, sendo o humor um de seus pilares. As relações interpessoais mais líquidas e o comportamento mais consumista, autocrítico e liberado sexualmente são retratados nessas letras, procurando emular o cenário social atual. Iluminar a recepção das leitoras às histórias, pontuar as motivações para a busca desse entretenimento e refletir sobre as múltiplas significações atribuídas por elas contribui para as conclusões do trabalho, que considera a chick-lit uma mercadoria literária distanciada do cânone, mas que consegue se comunicar com o público e fazê-lo rir e sonhar. Palavras-chave: Chick-lit. Literatura feminina. Indústria Cultural. Identidade.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present work intends to outline the construction of chick-lit narratives from the research of three books of the genre, namely: Watermelon, by Marian Keyes, Bridget Jones's Diary, by Helen Fielding and Confessions of a Shopaholic, by Sophie Kinsella. The objective of the study is to assess how the female characters are portrayed in these contemporary novels. Therefore, their position towards topics such as love, work, consumption and self-esteem will be discussed. The protagonists are girls in the age range of 20 to 30 years old, single, white, economically active and belonging to middle class. The plot points out a period in the life of the characters, usually connected to the meeting of the true love, whose pursuit is streaky by vicissitudes and frustrations, while other dilemmas, such as professional and aesthetic ones, also bother them. The chick-lit is the result of the Cultural Industry and is subject to the laws of the market to ensure profits for its producers. In this sense, the works are made from formulas that guarantee its standardization, massification and success. These refer to the tradition of popular female writing, which started in the 18th century, by Jane Austen, but that were perpetuated and consecrated by Harlequin novels and that are fruitful and vivid still today. At the same time that the chick-lit borrows characteristics of romance novels of the past, it also renews the formula, adding elements that update the plot and the characters' profile. The plot, in this sense, intends to put a more modern language to the traditionally sweet theme and manage literary aspects, such as space and time, in order to facilitate and to familiarize the reading. The similarities and the effect of the real are other assumptions desired by the genre and the goal is that it will spur the identification on the reader and amuse her, being the humor one of its pillars. The more liquid interpersonal relationships and the more consumerist, self-critical and sexually released behavior are portrayed in these letters, trying to emulate the current social scenario. Enlightening the reception of readers to the stories, demonstrating the motivations for the pursuit of this entertainment and reflecting upon the multiple meanings assigned by them contributes to the conclusions of the work, which considers the chick-lit a literary product distanced from the canon, but that is able to communicate with the public and make them laugh and dream. Key-words: Chick-lit. Female Literature. Cultural Industry. Identity.pt_BR
dc.format.extent219 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.subjectLiteratura e sociedadept_BR
dc.subjectIndustria culturalpt_BR
dc.subjectMulheres na literaturapt_BR
dc.titleBecky, Bridget e Claire, Cinderelas modernas : uma identidade feminina construída pela chick-litpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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