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dc.contributor.advisorVital, Maria Aparecida Barbato Frazão, 1964-
dc.contributor.authorVieira, Jeane Cristina Fonseca
dc.contributor.otherZanoveli, Janaina Menezes
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologia
dc.date.accessioned2015-11-10T14:03:20Z
dc.date.available2015-11-10T14:03:20Z
dc.date.issued2015
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/39307
dc.descriptionOrientadora : Profª. Drª. Maria Aparecida B. F. Vital
dc.descriptionCo-orientadora : Profª Drª Janaina M. Zanoveli
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia. Defesa: Curitiba, 12/06/2015
dc.descriptionInclui referências
dc.descriptionÁrea de concentração
dc.description.abstractResumo: A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em adultos com mais de 65 anos. Os sinais e sintomas característicos da DP são classicamente motores e resultado principalmente de uma degeneração particularmente progressiva de neurônios dopaminérgicos na substância negra parte compacta (SNpc) e uma consequente perda de dopamina no corpo estriado. A DP também é caracterizada por sintomas não motores como sintomas psiquiátricos que muitas vezes incluem transtornos de depressão e / ou ansiedade. A ansiedade em DP pode representar uma reação psicológica para o desenvolvimento de outros sintomas durante a progressão da doença, mas existe evidência de que um aumento de distúrbios de ansiedade pode estar relacionado com alterações neuroquímicas na DP. Neste sentido, e tendo em conta a necessidade de mais estudos envolvendo métodos de investigação que apresentem ansiedade em modelos animais de DP, este estudo foi desenvolvido. No nosso protocolo experimental, os animais receberam a neurotoxina 6-OHDA na substância negra através de cirurgia estereotáxica bilateralmente ou rotenona intraperitoneal (ip) durante 10 dias. Para avaliar o comportamento do motor, todos os animais foram avaliados no teste do campo aberto após 24 horas e 21 dias de tais exposições. Os testes do labirinto em cruz elevado (LCE) e o condicionamento ao medo contextual (CMC) foram usados para avaliar os comportamentos de ansiedade após 21 dias de procedimentos dos grupos sham e 6-OHDA ou veículo (óleo de girassol) e rotenona. Após os testes comportamentais, foram coletados desses animais: estriado, córtex pré-frontal e amígdala dissecados para futura análise de monoaminas por HPLC. Um dia após a cirurgia, ou no final do tratamento ip, observou-se que os animais lesionados mostraram hipolocomoção e menor freqüência de elevação no teste de campo aberto, os quais foram espontaneamente revertidos na última avaliação motora (dia 21). No último dia do experimento, o modelo de 6-OHDA mostrou comportamento tipo ansiogênico no teste de LCE e CMC, uma redução de dopamina (DA) e noradrenalina (NA) em todas as estruturas coletadas. Curiosamente, um aumento de serotonina (5-HT) na amígdala foi observado. Para rotenona, nossos dados não revelam comportamento tipo ansiedade, nem alterações neuroquímicas dos níveis de 5-HT na amígdala. Estes resultados indicaram que a serotonina pode exercer uma importante influência em sintomas de ansiedade em DP, além da modificação das outras monoaminas. Palavras-chave: Doença de Parkinson. Ansiedade. Serotonina. 6-OHDA. Rotenona.
dc.description.abstractAbstract: Parkinson's disease (PD) is the second most common neurodegenerative disease in adults over 65 years. The characteristic signs and symptoms of PD are classically motors and resulted primarily from a particularly progressive degeneration of dopaminergic neurons in the substantia nigra pars compacta (SNpc) and a consequent loss of dopamine in the striatum. PD is also characterized by non-motor symptoms as psychiatric symptoms often include disorders of depression and / or anxiety. The anxiety in PD may represent a psychological reaction to the development of other symptoms during disease progression, but there is evidence that an increase in anxiety disorders may be related to neurochemical changes in PD. Therefore, and taking into account the need for further research studies of methods experience anxiety PD animal models, this study was designed. In our experimental protocol, the animals received the neurotoxin 6-OHDA in the substantia nigra bilaterally through stereotactic surgery or rotenone intraperitoneally (ip) for 10 days. To evaluate the behavior of the engine, all animals were evaluated in the open field test after 24 hours and 21 days of such exposure. The elevated plus maze (EPM) and the contextual fear conditioning (CFC) were used to evaluate the anxiety behaviors after 21 days following the sham and 6-OHDA or vehicle (sunflower oil) and rotenone. After the behavioral testing, animals were those listed: striatum, prefrontal cortex and amygdala dissected for future analysis by HPLC monoamines. One day after surgery, or at the end of ip treatment, it was observed that the lesioned animals showed hypolocomotion and lower high frequency in the open field test, which was spontaneously reversed in the last motor assessment (21). On the last day of the experiment, the 6-OHDA model showed anxiogenic-like behavior in the EPM and CFC test, a reduction of dopamine (DA) and noradrenaline (NA) in all the collected structures. Interestingly, an increase of serotonin (5-HT) was observed in the amygdala. For rotenone, our data reveal no behavior like anxiety or neurochemical changes in 5-HT levels in the amygdala. These results indicated that serotonin may play an important influence on anxiety symptoms in PD, as well as modification of other monoamines. Key-words: Parkinson's Disease. Anxiety. Serotonin. 6-OHDA. Rotenone.
dc.format.extent47f. : il. algumas color., tabs., grafs.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.relationDisponível em formato digital
dc.subjectFarmacologia
dc.subjectParkinson, Doença de
dc.subjectAnsiedade
dc.subjectSerotonina
dc.subjectRotenona
dc.titleComportamento tipo ansioso induzido por 6-OHDA, mas nao por rotenona em modelos animais de doença de Parkinson, pode estar relacionado ao aumento de serotonina na amígdala
dc.typeDissertação


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