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dc.contributor.advisorFerreira, Jane Mendes, 1967-pt_BR
dc.contributor.authorJazar, Fabíola Weinhardtpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Administraçãopt_BR
dc.date.accessioned2015-08-10T15:56:46Z
dc.date.available2015-08-10T15:56:46Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/38340
dc.descriptionOrientadora : Profª. Drª. Jane Mendes Ferreirapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Administração. Defesa: Curitiba, 26/03/2015pt_BR
dc.descriptionInclui referências : fls. 110-124pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Estratégia e análise organizacionalpt_BR
dc.description.abstractResumo: O empreendedorismo tem sido tema de discussões no meio acadêmico e profissional. No entanto, as pesquisas e o senso comum parecem estar voltados, em especial, para decifrar como se faz ou como se identifica um empreendedor. Pouco tem se estudado como se constitui a subjetividade de um indivíduo que já é considerado empreendedor - como o ser empreendedor afeta o sujeito que empreende. Assim, a proposta deste trabalho foi utilizar uma teoria que desse suporte a este tipo de investigação - a teoria da subjetividade de González Rey-. Em primeiro lugar, tal teoria pode contribuir com o entendimento do empreendedorismo levando em conta as diversas dimensões no qual ele se manifesta e como afeta a constituição da subjetividade do empreendedor. Isso porque o ser humano reflete elementos da sociedade na qual está inserido, constituindo-se dialeticamente a partir das vias da subjetividade social e individual (GONZÁLEZ-REY, 2002). Assim, é possível entender a atividade empreendedora a partir da inserção do indivíduo no mundo de significados relativos ao empreendedorismo. Para alcançar o objetivo, foram entrevistadas seis mulheres empreendedoras rurais dos estados do Paraná e Santa Catarina. Para análise dos dados foram identificadas semelhanças e diferenças em relação às dimensões escolhidas para estudo em que, a partir da concepção de González Rey (1999), a interpretação do pesquisador é imprescindível, pois não deve descrever a realidade, mas criar um sistema de inteligibilidade acerca de tal realidade. Assim, a pesquisa deve ser um processo construtivo interpretativo e ser também uma construção do pesquisador. Portanto, ao se partir das falas/expressões do sujeito, pode-se construir conhecimento acerca da realidade pesquisada, pois suas falas são construções que revelam a construção histórica do sujeito (AGUIAR, 2011). As considerações finais evidenciam que a experiência com o empreendedorismo, embora vivido por todas as mulheres que empreendem, tem um valor emocional totalmente peculiar a cada sujeito. Com relação ao empreendedorismo feminino rural podem ser resumidos os seguintes achados: i) a família e empreendimento, para estas mulheres, são ligados; ii) O tempo apareceu como algo relevante, sendo relatado como escasso; iii) as empreendedoras se autorreferenciam; iv) a visão sobre a mulher é naturalizada. O ganho obtido com esta pesquisa foi a melhor compreensão do tema empreendedorismo e na possibilidade de emancipação dos sujeitos pesquisados ao permitir-lhes uma autoanálise. Como uma limitação encontrada neste trabalho, o retorno às mulheres pesquisadas poderia ter permitido uma melhor verificação das reações e relações com os achados da pesquisa. Outra limitação encontrada é que, em uma pesquisa de perspectiva qualitativa, o instrumento deve ser visto como um meio para induzir a construção do sujeito e, portanto, não constitui uma via direta para a produção de resultados finais, mas um meio para a produção de indicadores, pois não se pode fazer uma descrição única e permanente do sujeito. Em trabalhos futuros, parece haver espaço para pesquisa acerca de gênero no empreendedorismo, principalmente trabalhos que tratem da subjetividade de mulheres em outros cenários. Palavras Chave: Subjetividade; Empreendedorismo Feminino; Ruralpt_BR
dc.description.abstractAbstract: Entrepreneurship has been the subject of discussions in the academic and professional environment. However, research and common sense seem to be aimed, in particular, to find how I do or how to identify an entrepreneur. Little has been studied about the subjectivity of an individual who is already considered entrepreneur - how to be an entrepreneur affects the person who runs a business. Thus, the aim of this study was to use a theory that supports this kind of investigation - the theory of subjectivity González Rey -. First, such a theory can contribute to the understanding of entrepreneurship taking into account the various dimensions in which it manifests itself and how it affects the formation of the subjectivity. This is because the human being reflects elements of society in which it is inserted, dialectically from the ways of social and individual subjectivity (GONZÁLEZ-REY, 2002). Thus, it is possible to understand the entrepreneurial activity from the individual's place in the world of meanings related to entrepreneurship. To achieve the objective, we interviewed six rural women entrepreneurs in the states of Paraná and Santa Catarina. Data analysis were identified similarities and differences regarding the dimensions chosen for study in which, from the design of González Rey (1999), the interpretation of the researcher is essential, it should not describe reality, but create a intelligibility system about this reality. Thus, the research should be an interpretative construction process and also be a construction of the researcher. Therefore, when from the speech / expression of , it is possible build knowledge about the reality studied because their lives are constructions that reveal the historical construction of the subject (Aguiar, 2011). The final considerations show that experience with entrepreneurship, although experienced by all women, has a totally peculiar emotional value to each subject. With regard to rural women entrepreneurs the following findings can be summarized: i) the family and enterprise, for these women, are linked; ii) The time appeared as something relevant, being reported as scarce; iii) they talk about themselves when they are talking about entrepreneurs; iv) be a woman to them is something natural instead of a social construction. The gain from this research was to better understand the theme entrepreneurship and the possibility of emancipation of the subjects surveyed to enable them to self-analysis. In other words, to talk about their experience, it was possible to bring awareness to their actions. As a limitation found in this study, the return to surveyed women would have allowed a better verification of responses and relationships with the findings of the research. Another limitation is that found in a qualitative research perspective, the instrument must be seen as a means to induce construction of the subject, and therefore does not constitute a direct pathway to produce the final results, but a means for producing indicators because you can not do a single and permanent description of the subject. In future work, there seems to be room for research on gender in entrepreneurship, especially works that deal with the subjectivity of women in other scenarios. Keywords: Subjectivity; Entrepreneurship; Gender, Rural Area.pt_BR
dc.format.extent129 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectAdministraçãopt_BR
dc.titleConstituição da subjetividade da mulher empreendedora ruralpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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