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dc.contributor.advisorSmidt, Eric de Camargo
dc.contributor.authorCardozo, Ana Paula
dc.contributor.otherTemponi, Livia Godinho
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Botânica
dc.date.accessioned2015-10-15T16:27:11Z
dc.date.available2015-10-15T16:27:11Z
dc.date.issued2013
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/38335
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Eric de Camargo Smidt
dc.descriptionCoorientadora : Profª Drª Lívia Godinho Temponi
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Botânica. Defesa: Curitiba, 19/04/2013
dc.descriptionInclui referências ao final de cada capítulo
dc.description.abstractResumo: Araceae é caracterizada por sua inflorescência que compreende uma bráctea chamada espata e uma espiga denominada espádice. É uma família subcosmopolita e com maior diversidade nos trópicos. Anthurium é maior gênero de Araceae. A variação morfológica intraespecífica, comum dentro de Anthurium, combinada com a falta de informações geográficas e ecológicas de populações naturais, resulta na formação de complexos de espécies de difícil identificação. Um destes complexos foi abordado no presente estudo, o complexo Anthurium augustinum que inclui as espécies A. augustinum; A. hatschbachii, A. jureianum; A. laucheanum; A. lhotzkyanum; A. lucidum; A. maximiliani e A. parvum. Este conjunto de táxons é endêmico da Floresta Atlântica entre os estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. Apresentam alta variação morfológica intra e interespecífica, o que torna difícil a delimitação dos táxons. No capítulo um, utilizando a morfometria foliar, através da Análise Elíptica de Fourier (EFA) e análises multivariadas, indicamos a necessidade de revisão dos nomes aceitos atualmente. Os resultados das análises de agrupamento, CVA e MANOVA associados à taxonomia clássica indicam que A. laucheanum, A. lhotzkyanum e A. maximiliani são sinônimos de A. augustinum. No capítulo dois, acessamos a variabilidade e a estruturação genética das mesmas populações utilizando os marcadores ISSR. Os valores de heterozigosidade das populações (0,203 a 0,358) foram superiores aos encontrados em populações de espécies que apresentam as mesmas características biológicas. A Análise de Variância Molecular (AMOVA) apontou alta variação dentro das populações (75%) e baixa divergência entre as populações (25%). A análise Bayesiana indicou a ocorrência de oito grupos genéticos (K=8) em um gradiente geográfico. As relações fenéticas entre os pares de populações indicam que tanto a circunscrição dos táxons aceitos atualmente, e os padrões morfológicos evidenciados no capitulo um não refletem a totalidade da variação genética acessada. Contudo, os táxons Anthurium hatschbachii, A. jureianum, A. lucidum apresentaram diferenciação genética suficiente para serem indicadas como táxons válidos. Anthurium parvum apesar de não ser geneticamente diferenciado, é morfologicamente distinto dos demais táxons do complexo e sugerimos que seja mantido. Não foi possível visualizar a estruturação genética para sustentar a distinção dos táxons A. augustinum, A. maximiliani, A. laucheanum e A. lhotzkyanum. Isso corrobora com o que foi verificado na morfometria e, portanto sugerimos que os táxons Anthurium laucheanum, A. lhotzkyanum, A. maximiliani, sejam considerados como sinônimos de A. augustinum. Palavras-Chave: Morfometria, Análise Elíptica de Fourier, ISSR, variabilidade genética, Anthurium seção Urospadix Engl.
dc.description.abstractAbstract: Araceae is characterized by its inflorescence comprising a bract called spathe and a skipe called spadix. It is a sub-cosmopolitan family and the greatest diversity is found in the tropics. Anthurium Schott is a neotropical genus of Araceae with the largest number of species in the Americas. The intraspecific morphological variation is common within Anthurium, and combined with the lack of geographical and ecological information from natural populations, results in the formation of species complex of difficult identification. One of these complexes was addressed in this study, the complex Anthurium augustinum (A. augustinum; A. hatschbachii; A. jureianum; A. laucheanum; A. lhotzkyanum; A. lucidum; A. maximiliani and A. parvum). This set of taxa is endemic of the Atlantic Forest between the states of Rio de Janeiro and Santa Catarina. They have high intra and interspecific morphological variation, making it difficult the delimitation of taxa. On chapter one, using leaf morphometry through Elliptic Fourier Analysis (EFA) and multivariate analyzes, we indicate the need for revision of the currently accepted names. The results of cluster analysis, MANOVA and CVA associated with classical taxonomy indicate that A. laucheanum, A. lhotzkyanum and A. maximiliani should be synonymous with A. augustinum. On chapter two, we assessed the variability and genetic structure of these populations using ISSR. The values of heterozygosity of populations (0.203 to 0.358) were higher than those found in populations of species that have the same biological characteristics. Analysis of molecular variance (AMOVA) showed high variation within populations (75%) and low divergence among populations (25%). The Bayesian analysis indicated the occurrence of eight genetic groups (K = 8) in a geographical gradient. The phenetic relationships between pairs of populations indicate that both the currently accepted circumscription of taxa, and morphological patterns evidenced in chapter one does not reflect the totality of genetic variation accessed. However, the taxa Anthurium hatschbachii, A. jureianum, A. lucidum showed sufficient genetic differentiation to be appointed as valid taxa. Anthurium parvum despite not being genetically different is morphologically distinct from other taxa and we suggest the complex to be maintained. It was unable to visualize the genetic structure to sustain the distinction of taxa A. augustinum, A. maximiliani, A. laucheanum and A. lhotzkyanum. This corroborates with what was found in morphometry and therefore suggest that the taxa Anthurium laucheanum, A. lhotzkyanum, and A. maximiliani, are regarded as synonyms of A. augustinum. Keywords: Morphometrics, elliptic Fourier analysis, ISSR, genetic variability, Anthurium section Urospadix Engl.
dc.format.extent73 f. : il. algumas color., mapas., tabs.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortuguês
dc.relationDisponível também em formato digital
dc.subjectBotanica
dc.titleEstudos biossistemáticos no complexo Anthurium augustinum K. Koch & Lauche (araceae)
dc.typeDissertação


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