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dc.contributor.advisorLacerda, Roseli Boerngen de, 1955-pt_BR
dc.contributor.authorCorreia, Diegopt_BR
dc.contributor.otherCamarini, Rosanapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologiapt_BR
dc.date.accessioned2015-07-03T17:21:04Z
dc.date.available2015-07-03T17:21:04Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/38170
dc.descriptionOrientadora : Profª. Drª. Roseli Boerngen de Lacerdapt_BR
dc.descriptionCo-orientadora : Profª Drª Rosana Camarinipt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia. Defesa: Curitiba, 09/05/2013pt_BR
dc.descriptionInclui referências : fls. 92-113pt_BR
dc.description.abstractResumo: O fator de liberação de corticotropina (CRF) tem sido ligado ao consumo e a dependência de álcool. Sabe-se que o etanol age no sistema gabaérgico no núcleo central da amigdala (CeA) via receptores CRF1e esse efeito e importante para a redução no consumo de etanol observada em ratos sujeitos ao modelo de vaporização de etanol. O presente estudo usou camundongos Swiss outbred sujeitos a um modelo de adição onde eles tem a livre escolha para consumir agua e etanol 5 e 10% v/v. O modelo se divide em quatro fases: 1) aquisição, (AQ) com duração de 10 semanas e livre escolha entre as três soluções; 2) abstinência, (W) com duração de duas semanas e oferta apenas da agua aos animais; 3) reexposição, (RE) com duração de duas semanas e novamente livre escolha entre as três soluções; 4) adulteração, (AD) com duração de duas semanas e livre escolha entre agua e as soluções de etanol adulteradas com quinino. Com base no consumo individual os animais são classificados em três grupos: 1) adicto, (A), preferencia pelas soluções de etanol e consumo persistente em todas as fases; 2) bebedor pesado, (H), preferencia por etanol e redução no consumo de etanol na fase AD comparada a fase AQ; 3) bebedores leves, (L) preferencia por agua em todas as fases. O grupo controle teve acesso apenas a agua. Foi estudado os níveis de transcrito para o receptor de CRF tipo 1 na amigdala de animais com diferentes padrões de consumo, bem como o efeito de um antagonista CRF1 (CP-154,526) no consumo de etanol desses grupos. Apenas o grupo H teve níveis superiores de transcrito quando comparados com o controle. A dose mais alta do antagonista reduziu o consumo de etanol nos grupos A e H, comparando com o veiculo. O grupo L não respondeu ao tratamento. Os receptores CRF1 parecem estar envolvidos no consumo de etanol apenas nos animas com alto consumo, A e H, e as neuroadaptações relativas ao sistema do CRF são diferentes entre animais com diferentes padrões e consumo. Para se estudar os efeitos do etanol sobre o glutamato em neurônios da CeA foi usada uma abordagem eletrofisiológica in vitro em slices de cérebro. Ambos etanol e CRF diminuem a amplitude dos potenciais pós sinápticos excitatórios (EPSP) evocados e um antagonista do receptor CRF1 não bloqueia esse efeito. Esses dados sugerem que os efeitos do etanol sobre o sistema glutamatérgico na CeA não dependem do receptor CRF1. Palavras chave: dependência; etanol; CRF; paradigma de livre escolha; glutamato; núcleo central da amigdala.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Corticotropin-releasing factor (CRF) has been linked to ethanol consumption and addiction. It is known that ethanol acts on the gabaergic system in central nucleus of amygdala (CeA) via CRF1 receptors, and that this action is important to ethanol intake reducing effects observed in animals subject to ethanol vapor exposure and than administered a CRF1 antagonist. The present study used outbred, Swiss mice subjected to a long-term three-bottle free-choice model (5% water and 10% v/v ethanol) that consisted of four phases: acquisition (AC, 10 weeks), withdrawal (W, 2 weeks), reexposure (RE, 2 weeks), and quinine-adulteration (AD, 2 weeks). Based on individual ethanol intake, the mice were classified into three groups: "addicted" (A group; preference for ethanol and persistent consumption during all phases), "heavy" (H group; preference for ethanol and a reduction of ethanol intake in the AD phase compared with the AC phase), and "light" (L group; preference for water during all phases). The control group had only access to water. We studied CRF1 receptor mRNA levels in the amygdala in the mice with different intake profiles and the effect of administration of the CRF1 receptor antagonist CP-154,526 on ethanol intake. We found higher CRF1 transcript levels only in the H group compared with control mice. The highest dose of CP-154,426 reduced ethanol intake in the H and A groups compared with vehicle. The L group did not respond to the antagonist. CRF1 receptors appear to be involved in ethanol consumption only in high-drinking mice, and CRF system-related neuroadaptations are different among different ethanol intake profiles under these experimental conditions. At last, using an in vitro electrophysiological approach in brain slices in brain slices, we investigated the effects of ethanol on glutamate in CeA neurons. Both CRF and ethanol decreased evoked excitatory postsynaptic potentials. The previous perfusion of a CRF1 antagonist (R121919) did not block ethanol's effect. This results indicate that ethanol's effects on glutamate in CeA neurons do not depend on CRF1 receptors. Keywords: addiction; ethanol; CRF; free-choice paradigm; glutamate; central nucleus of amygdala.pt_BR
dc.format.extent114 f. : il., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectFarmacologiapt_BR
dc.titleInfuência do fator de liberação de corticotrofinas (CRF) em roedores : estudos comportamentais, moleculares e eletrofisiológicos relacionados ao etanolpt_BR
dc.typeTesept_BR


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