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dc.contributor.authorSilva, Elda Cristina Carneiro dapt_BR
dc.contributor.otherAires, Joanez Aparecida, 1965-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Exatas. Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e em Matemáticapt_BR
dc.date.accessioned2021-05-06T17:36:34Z
dc.date.available2021-05-06T17:36:34Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/37267
dc.descriptionOrientadora : Profª Drª Joanez Aparecida Airespt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Exatas, Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática. Defesa: Curitiba, 17/12/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A abordagem histórico-filosófica aplicada à educação em ciências vem, ao longo dos anos, ganhando espaço em estudos, análises e propostas sobre as possíveis contribuições desta abordagem para enfrentar muitos dos problemas da educação em ciências (PEDUZZI, 2001; MARTINS, L., 2005; FORATO, 2009; PRESTES, 2012). De maneira geral, a inserção da história e filosofia da ciência na educação em ciências ocorre basicamente por meio de livros didáticos. No caso da educação em biologia, um conteúdo central veiculado nestes livros é a Teoria Celular, uma vez que esta teoria permitiu, dentre outros aspectos, reconhecer a semelhança microscópica entre todos os seres vivos devido a uma estrutura comum: a célula. A pesquisa em questão teve como objeto livros didáticos do ensino médio e superior, considerando que há uma tendência daqueles livros em acompanharem o modelo de história da biologia apresentada nestes. Dessa forma, o objetivo geral deste trabalho consistiu em conhecer e refletir sobre quais concepções a respeito da natureza da ciência são apresentadas nos livros didáticos de biologia aprovados pelo PNLD/2012 e em livros universitários usados como referência para estes, quando abordam a Teoria Celular. Adotamos como metodologia a abordagem quali-quantitativa do tipo documental/bibliográfica e a desenvolvemos por meio da metodologia da análise de conteúdo proposta por Moraes (1999). As categorias de análise definidas a priori foram construídas a partir das reflexões sobre as possíveis deformações que podem estar sendo transmitidas por meio do ensino de ciências, de forma velada ou explícita, acerca das visões sobre ciência (GIL PÉREZ et al., 2001; CACHAPUZ et al., 2005). Em relação aos livros do PNLD/2012, os resultados evidenciam uma predominância das categorias referentes às visões deformadas sobre a ciência, com 65,2% das unidades de análise, destacando-se a categoria "observação/descrição neutra e em busca da descoberta científica". Durante a análise, houve a emergência de duas categorias. Na amostra de livros universitários constatamos frequências muito próximas entre as categorias que expressam visões deformadas sobre a ciência (51,9%) e categorias relativas ao enfrentamento destas visões (48,1%). Consideramos que o livro universitário LDI contribuiu expressivamente para este resultado, uma vez que é o único no qual as unidades de análise de enfrentamento aparecem em maior número do que as que reafirmam as visões deformadas sobre ciência. Todavia esta influência não foi localizada na mesma proporção nos livros que utilizam o LDI como referência. Como contribuição da nossa pesquisa, sugerimos, que os autores de livros didáticos ampliem sua formação com estudos históricos-filosóficos sobre a ciência/biologia ou estabeleçam parcerias com historiadores da ciência especializados em diversos assuntos da área para que a história e filosofia da ciência seja apresentada numa perspectiva diferente daquela que vem prevalecendo nos livros de biologia, em outras palavras, que esta abordagem seja utilizada como forma de enfrentamento de muitos dos problemas do ensino de ciências, os quais são reiteradamente apontados em pesquisas como esta. Palavras-chave: Educação em ciências. História e filosofia da ciência. Natureza da ciência. Livros didáticos. Biologia. Teoria Celular.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The historical-philosophical approach applied to science education has been gaining space, over the years, in studies, analyses and proposals on the possible contributions from this approach to address many of the science education problems (PEDUZZI, 2001; MARTINS, L., 2005; FORATO, 2009; PRESTES, 2012). In general, the inclusion history and philosophy of science in science education basically occurs through textbooks. In the case of biology education, a key context reproduced in these books is the Cell Theory, since this theory has, among other aspects, to recognize the microscopic similarity among all living beings due to a common structure: the cell. The research in question has had as object high school and higher education textbooks, considering that there is a tendency in those books to follow the biology history shown in them. Thus, the general aim of this paper was to learn and reflect on what conceptions about the nature of science are presented in the biology textbooks approved by PNLD/2012 and in university books used as reference for these, when the Cell Theory is approached. We adopted as methodology the qualitative and quantitative approach of the documentary/bibliographical type and we developed it through the content analysis methodology proposed by Moraes (1999). The analysis categories defined a priori were built from the reflections on the possible deformation that may be transmitted through science teaching, in a veiled or explicit way, about the views on science (GIL PÉREZ et al., 2001; CACHAPUZ et al., 2005). Regarding the PNLD/2012 books, the results show a predominance of categories related to deformed views about science, with 65.2% of the analysis units, highlighting the category "observation/neutral description and in search of scientific discovery". During the analysis, there was the emergence of two categories. In the sample of university books we found very close frequencies between the categories that express deformed views about science (51,9%) and categories related to coping with these views (48,1%). We consider that the LDI university book contributed significantly to this result, since this is the only one in which the confrontation analysis units appear in greater number than those that reaffirm the distorted views about science. However, this influence has not been found in the same proportion as in the books that use the LDI as reference. As a contribution to our research, we suggest that the authors of textbooks extend their education with historical and philosophical studies on science/biology or establish partnerships with science historians specialized in various issues in the area in order for science history and philosophy be presented in a different perspective from the one that has prevailed in biology textbooks. In other words, that this approach be used as a confrontation way from many of the science teaching problems, which are repeatedly pointed out in research such as this. Key-words: Science education. History and philosophy of science. Nature of science. Textbooks. Biology. Cell Theory.pt_BR
dc.format.extent290f. : il., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectPrograma Nacional do Livro Didático (Brasil)pt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectCiência - Estudo e ensinopt_BR
dc.subjectCiência - Históriapt_BR
dc.subjectBiologia - Livros didaticospt_BR
dc.subjectMatemáticapt_BR
dc.titleA teoria celular em livros didáticos de biologia : uma análise a partir da abordagem histórico-filosófica da ciênciapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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