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dc.contributor.authorHaeffner, Rafaelpt_BR
dc.contributor.otherSarquis, Leila Maria Mansanopt_BR
dc.contributor.otherKalinke, Luciana Puchalskipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Enfermagempt_BR
dc.date.accessioned2015-02-09T15:49:20Z
dc.date.available2015-02-09T15:49:20Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/37149
dc.descriptionOrientadora: Profª Drª Leila Maria Mansano Sarquispt_BR
dc.descriptionCo-orientadora: Profª Drª Luciana Puchalski Kalinkept_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Defesa: Curitiba, 02/12/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O objetivo deste estudo foi caracterizar o perfil dos trabalhadores do Brasil com Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. Teve abordagem quantitativa, corte transversal, retrospectivo, surveillance. Foram utilizados os registros de trabalhadores referentes às notificações de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho armazenados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, do Brasil de 2007 a 2012. O instrumento de registro foram às fichas de notificações deste agravo. Os dados analisados foram secundários. Os resultados apresentaram um total de 32.438 casos deste agravo no Brasil. O Estado com maior taxa de notificação foi a Bahia com 105,3 casos a cada 100.000 trabalhadores. Quanto a outros grupos o sexo feminino foi mais acometido com 42,8 casos a cada 100.000 trabalhadoras, a faixa etária mais atingida foi dos 40 aos 49 anos com 53,9 casos a cada 100.000 trabalhadores, e os trabalhadores da indústria de transformação tiveram 97,6 casos a cada 100.000 trabalhadores. Os trabalhadores quanto ao vínculo empregatício, os celetistas tiveram maior ocorrência deste agravo (72,7%), em relação aos sinais e sintomas a dor se destacou mais (86,6%), e exposição ocupacional de maior frequência foi os movimentos repetitivos (83,2%). O diagnóstico específico de maior ocorrência conforme foram as lesões de ombro (31,7%). Foram afastados 66,8% dos trabalhadores notificados com o agravo, apesar disto o afastamento reduziu significativamente (p<0,001) de 2007 a 2012. A dor (p=0,015) e a doença mental (p<0,001) se associaram significativamente ao afastamento por esta patologia ocupacional. Foram aproximadamente 5 milhões de dias perdidos de trabalho registrados neste estudo. A evolução que mais predominou entre os casos com este agravo foi à incapacidade temporária (53,8%), o que pode ter gerado um grande absenteísmo. Conclui-se que conforme as taxas de notificação, os resultados apresentados e a literatura encontrada, os distúrbios musculo esqueléticos relacionados ao trabalho acometem mais o sexo feminino, faixa etária dos 40 aos 49 anos e trabalhadores da indústria de transformação, além de gerar um elevado afastamento do trabalho. Sugere-se ações e políticas que visem a integralidade dos trabalhadores na promoção e prevenção deste agravo, tendo em vista os grupos mais vulneráveis, aspectos laborais, físicos e psicológicos no âmbito do trabalho. Palavras-chave: Saúde do trabalhador. Transtornos traumáticos cumulativos. Dor. Absenteísmo. Sistemas de informação em saúde.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: O objetivo deste estudo foi caracterizar o perfil dos trabalhadores do Brasil com Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. Teve abordagem quantitativa, corte transversal, retrospectivo, surveillance. Foram utilizados os registros de trabalhadores referentes às notificações de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho armazenados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação, do Brasil de 2007 a 2012. O instrumento de registro foram às fichas de notificações deste agravo. Os dados analisados foram secundários. Os resultados apresentaram um total de 32.438 casos deste agravo no Brasil. O Estado com maior taxa de notificação foi a Bahia com 105,3 casos a cada 100.000 trabalhadores. Quanto a outros grupos o sexo feminino foi mais acometido com 42,8 casos a cada 100.000 trabalhadoras, a faixa etária mais atingida foi dos 40 aos 49 anos com 53,9 casos a cada 100.000 trabalhadores, e os trabalhadores da indústria de transformação tiveram 97,6 casos a cada 100.000 trabalhadores. Os trabalhadores quanto ao vínculo empregatício, os celetistas tiveram maior ocorrência deste agravo (72,7%), em relação aos sinais e sintomas a dor se destacou mais (86,6%), e exposição ocupacional de maior frequência foi os movimentos repetitivos (83,2%). O diagnóstico específico de maior ocorrência conforme foram as lesões de ombro (31,7%). Foram afastados 66,8% dos trabalhadores notificados com o agravo, apesar disto o afastamento reduziu significativamente (p<0,001) de 2007 a 2012. A dor (p=0,015) e a doença mental (p<0,001) se associaram significativamente ao afastamento por esta patologia ocupacional. Foram aproximadamente 5 milhões de dias perdidos de trabalho registrados neste estudo. A evolução que mais predominou entre os casos com este agravo foi à incapacidade temporária (53,8%), o que pode ter gerado um grande absenteísmo. Conclui-se que conforme as taxas de notificação, os resultados apresentados e a literatura encontrada, os distúrbios musculo esqueléticos relacionados ao trabalho acometem mais o sexo feminino, faixa etária dos 40 aos 49 anos e trabalhadores da indústria de transformação, além de gerar um elevado afastamento do trabalho. Sugere-se ações e políticas que visem a integralidade dos trabalhadores na promoção e prevenção deste agravo, tendo em vista os grupos mais vulneráveis, aspectos laborais, físicos e psicológicos no âmbito do trabalho. Palavras-chave: Saúde do trabalhador. Transtornos traumáticos cumulativos. Dor. Absenteísmo. Sistemas de informação em saúde.pt_BR
dc.format.extent99f. : tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.titleO perfil dos trabalhadores do Brasil com distúrbios osteomusculares realacionados ao trabalhopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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