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dc.contributor.authorSantana, Leomar Fernando Godoispt_BR
dc.contributor.otherDalla Costa, Armando Joãopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômicopt_BR
dc.date.accessioned2014-12-16T17:53:11Z
dc.date.available2014-12-16T17:53:11Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/36909
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Armando João Dalla Costapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Ecônomico. Defesa : 07/04/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Ao longo da história do pensamento econômico a inovação e o progresso tecnológico são termos constantemente utilizados pelos economistas para diferenciar o processo de desenvolvimento econômico sustentado de ocasionais períodos de crescimento. Através de Solow e outros, a ortodoxia tem igualmente reconhecido a inovação como principal variável explicativa para a experiência dos países economicamente bem sucedidos. Não obstante, por desprendimento ou inviabilidade bucólica, as correntes convencionais não têm obtido êxito em sintetizar uma abordagem que reconheça a inovação como elemento endógeno ao sistema. Ao longo da dissertação busca-se demonstrar que a consideração da incerteza como fulcro fundamental da análise econômica torna da teoria pós-keynesiana um arquétipo teórico adequado à introdução dos efeitos da inovação sobre a determinação dos ciclos econômicos. A partir disso, concluímos que a inovação representa inevitavelmente um ponto de desequilíbrio do sistema capitalista. Se esse desequilíbrio levará a um patamar de renda mais elevado ou se desengatilhará uma severa recessão será determinado pela forma pela qual a administração da grande incerteza inerente às inovações é executada. Palavras-chave: Inovação e incerteza; Progresso tecnológico endógeno; Teoria Pós-keynesiana.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Throughout the history of economic thought innovation and technological progress are terms constantly used by economists to distinguish the process of sustained economic development from occasional periods of growth. Through Solow and others, orthodoxy has also recognized innovation as the main explanatory variable for the experience of economically successful countries. Nevertheless, by unconcern or bucolic infeasibility, conventional branch have not succeeded in synthesizing an approach that recognizes innovation as endogenous element to the system. Throughout the dissertation, I seek to demonstrate that the consideration of uncertainty as the fundamental fulcrum of economic analysis makes the post-Keynesian theory the adequate theoretical approach to the introduction of the effects of innovation on the determination of economic cycles. From this, I conclude that innovation is inevitably a point of imbalance of the capitalist system. If this imbalance will lead to a higher income level or if it will trigger a severe recession is determined by the way in which the administration of the great uncertainty inherent in innovation is performed Keywords: Innovation and Invention: Processes and Incentives; Endogenous technological progress; Post-Keynesian theory.pt_BR
dc.format.extent126f. : il., tabs., grafs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectCrescimento e desenvolvimento economicopt_BR
dc.titleInovação tecnológica no contexto pós-keynesianopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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