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dc.contributor.authorTorres, Renata Himovskipt_BR
dc.contributor.otherLeite, Neivapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.date.accessioned2014-12-10T13:16:50Z
dc.date.available2014-12-10T13:16:50Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/36858
dc.descriptionOrientadora : Profa. Dra. Neiva Leitept_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Defesa: Curitiba,26/03/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Exercício e esportept_BR
dc.description.abstractResumo: O nível de aptidão física, os componentes inflamatórios e antiinflamatórios da dieta têm sido associados ao perfil metabólico em adultos. A proposta deste trabalho foi verificar a relação entre os componentes da dieta, perfil antropométrico, perfil metabólico e aptidão física em adolescentes. A amostra foi composta por 46 meninas, de 14 a 17 anos, provenientes de escola pública estadual de Curitiba (PR). Todas foram avaliadas quanto à massa corporal (MC), estatura, índice de massa corporal (IMC), pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), circunferência abdominal (CA), percentual de gordura corporal (GC) e consumo máximo de oxigênio direto (VO2max). Em jejum, foram determinadas as concentrações de glicemia, insulinemia, colesterol total (CT), lipoproteínas de alta densidade (HDL-C), lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C), triglicerídeos (TG), o Homeostasis Metabolic Assessment (HOMA-IR) e o Quantitative Insulin Sensitivity Check Index (QUICKI). A ingestão nutricional foi avaliada por dois recordatórios alimentares 24 horas (R24) e pelo Índice de Qualidade da Dieta Revisado (IQD-R). Para análise dos dados, as adolescentes foram divididas em três grupos, conforme IMC-escore Z em: Eutrófico (n=10), Sobrepeso (n=16) e Obeso (n=20) e, posteriormente, em dois grupos conforme o nível de aptidão física em: baixa aptidão (n= 39) e aptidão adequada (n=7) Foram utilizados os testes t de Student, Mann Whitney, ANOVA, Tukey, Kruskall Wallis, Dunn, Quiquadrado e correlação de Pearson e Spearman, com nível de significância de p< 0,05. A amostra obteve idade média de 15 ±1,1 anos. Conforme a classificação do IMCescore Z, o grupo obeso apresentou maior índice HOMA-IR (p=0,006) e concentração de CT (p=0,048) em comparação ao eutrófico, e maiores concentrações de TG (p=0,009) e VLDL-c (p=0,009) quando comparado ao sobrepeso, bem como maior contribuição calórica de origem proteica em relação aos não-obesos (p=0,046). O consumo dos componentes inflamatórios da dieta apresentou elevada frequência e proporções similares entre os grupos. Em média, 56,52% das meninas ingeriram quantidades excessivas de lipídeos, 50% de ácido graxo saturado (AGS), 43,47% de ácido graxo trans (AGT) e 82% apresentaram padrão hiperssódico da dieta. Em relação à aptidão física, as adolescentes com baixa aptidão apresentaram maiores médias para massa corporal (p<0,0001), IMC escore Z (p<0,0001), CA (p<0,0001), GC (p<0,0001), glicemia (p<0,001), CT (p<0,001) e LDL-C (p<0,001), quando comparadas às meninas aptas fisicamente. Além disso, as meninas com baixa aptidão apresentaram perfil alimentar inadequado, evidenciado pela excessiva ingestão de nutrientes pró-inflamatórios: lipídeos (p=0,044), AGS (p=0,05) e sódio (p=0,002), bem como quantidades insuficientes dos componentes antiinflamatórios, como fibras (p=0,002) e cálcio (p<0,001). Conclui-se que a educação alimentar deve ser oferecida para todas as meninas desta faixa etária, independentemente de sua classificação do IMC-score Z. As adolescentes com baixos níveis de aptidão física acumularam dois fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, o sedentarismo e a inadequação nutricional. Palavras-chave: nutrição, adolescentes, obesidade Infantil, aptidão física.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The metabolic profile has been associated with level of physical fitness, inflammatory and anti-inflammatory components of the diet. The aim of this study was to investigate the relationship between dietary components, anthropometric, metabolic profiles and physical fitness. The sample consisted of 46 female adolescents, 14-17 years of public school in Curitiba-Pr. Were evaluated body mass (kg), body mass index score Z(IMC escore Z), height, body mass index (IMC), systolic blood pressure (PAS) and diastolic (PAD), waist circumference (CA) , percent body fat (GC) , maximal oxygen uptake direct (VO2max ). The girls were divided into three groups according to IMC escore Z: eutrophic (n = 10), overweight (n = 16) and obese (n = 20). Were determined concentrations of glucose, insulin, total cholesterol (CT), high density lipoprotein cholesterol (HDL-C), low density lipoproteins (LDL-C), triglycerides (TG). Homeostasis the Metabolic Assessment (HOMA-IR) and Quantitative Insulin Sensitivity Check Index (QUICKI) were determined. Dietary intake was assessed by two 24 hours recalls (R24) and the Diet Quality Revised Index (IQD –R). Were used tests t students, Mann Whitney, ANOVA, Kruskal Wallis, Tukey, Chi- square, Pearson and Spearmen correlation, with significance level of p < 0.05. The sample had average age of 15 ± 1.1 years. The metabolic profile compared to normal weight with the obese group had higher HOMA –IR (p=0.006) and CT concentration (p = 0.048), and compared the overweight had higher TG and (p=0.009) and VLDL- C (p=0.009) concentrations. Regarding physical fitness, obese girls had a higher frequency of low physical fitness (p < 0.001) compared to non-obese, with girls with low fitness showed worst results for the anthropometric profile with higher averages for body mass (p < 0 , 0001) , IMC score Z (p < 0.0001), CA (p < 0.0001) and GC ( p < 0.0001 ) compared to girls with physical fitness. Girls with low physical fitness showed metabolic changes, blood glucose (p < 0.001), CT (p < 0.001) LDL –C (p < 0.001), compared to physical fitness group. In obese girls the nutritional profile was composed of a higher protein percentage (p = 0.046) compared to non –obese girls. All participants consumed high frequency diet component inflammatory, with neither differences in proportions between groups. 56.52% of girls ingesting excessive quantities of lipid, 50% saturated fatty acids (AGS), 43.47 % trans fatty acid (AGT), and 82%excessive sodium intake standard diet on average. Girls with low physical fitness exhibited inadequate dietary profile compared with the physical fitness group, evidenced by excessive of proinflammatory nutrients intake: lipids ( p =0,044), AGS (p =0,05) and sodium (p =0,002) as well as sufficient quantities of anti-inflammatory components such fibers (p =0,013) and calcium (p <0,001). The consumption of inflammatory and anti-inflammatory components of the diet correlated with the level of physical fitness. Adolescents with low levels of physical fitness doubly accumulated risk for developing cardiovascular disease factors, sedentary lifestyles and nutritional inadequacy. Keywords: nutrition, adolescent, obesity children, physical fitness.pt_BR
dc.format.extent134f.. : il. algumas color., grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectEducação Físicapt_BR
dc.titleComponentes inflamatórios e antiinflamatórios da dieta, perfil metabólico e aptidão física em meninas adolescentespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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