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dc.contributor.authorSbalqueiro, Mary Evelyn Pistoript_BR
dc.contributor.otherSchieferdecker, Maria Eliana Madalozzopt_BR
dc.contributor.otherVilela, Regina Mariapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Segurança Alimentar e Nutricionalpt_BR
dc.date.accessioned2014-11-10T12:01:10Z
dc.date.available2014-11-10T12:01:10Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/36576
dc.descriptionOrientadora: Profª Drª Maria Eliana Madalozzo Schieferdeckerpt_BR
dc.descriptionCo-orientadora: Profª Dra. Regina Maria Vilelapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado)- Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Segurança Alimentar e Nutricional. Defesa: Curitiba, 30/07/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: O trauma é um importante problema social. Pacientes críticos vítimas de trauma apresentam risco de desnutrição, o qual independe do estado nutricional prévio e é resultante de alterações fisiológicas que causam intenso catabolismo protéico. A depleção nutricional pode comprometer a imunidade, a integridade muscular, a cicatrização e levar a outras complicações, resultando em maior tempo de inter-namento, morbidade, mortalidade e custos. Além de prevenir a desnutrição, a terapia nutricional adequada pode promover melhores desfechos clínicos, embora existam muitas limitações para a determinação do estado nutricional na UTI. A terapia nutricional deve ser avaliada e monitorada, por meio do acompanhamento de indicadores de qualidade, no intuito de contribuir na evolução clínica e garantir a segurança alimentar e nutricional a esta população. Assim, os objetivos deste trabalho são: verificar a adequação de alguns indicadores de qualidade em terapia nutricional enteral (tempo para início da terapia nutricional, tempo para atingir as necessidades energéticas, adequação energética e protéica, déficit energético cumulativo e adequação da fórmula nutricional infundida) em UTI de trauma em relação às recomendações propostas na literatura, assim como verificar o impacto destes sobre o desfecho clínico (mortalidade), sobre o tempo de ventilação mecânica e o tempo de internamento na UTI. O estudo é retrospectivo, sendo incluídos dados de 80 pacientes adultos, internados no período de 2012 a 2013. Os dados foram descritos como média (± DP), mediana (IC95%) e frequência, e avaliados ao longo dos tempos 7, 14, 21 e >21dias. Para verificar associação com desfechos, foram realizados os testes de Qui- Quadrado, correlação simples e regressão. O tempo para iniciar a terapia nutricional foi 24 horas (IC95% 26,1 – 34,1) e o tempo para atingir 50% das necessidades energéticas foi de 5 dias (IC95% 5,2 – 6,0). A mediana de fórmula nutricional infundida foi de 89,2% (IC95% 86,2 – 89,4), permanecendo adequada durante todos os períodos. Os pacientes receberam em média 19,1±4,0 kcal/kg e 0,8±0,2g de proteína/kg de peso, observando-se aumento nos valores após 7 dias. O déficit energético cumulativo médio foi de 11784,7kcal (IC95% 12272,5 – 15656,3), reduzindo após 7 dias. A mortalidade foi associada à idade (R2= 0,471). O maior tempo de ventilação mecânica correlacionou-se com o déficit energético cumulativo total (R2 = 0,077). Este, juntamente com o déficit energético no tempo 7 e a adequação protéica no tempo 14, foram associados ao maior tempo de internamento na UTI (R2 = 0,477). Os indicadores de qualidade: tempo para iniciar a terapia nutricional, tempo para atingir as necessidades energéticas e adequação da fórmula nutricional estiveram de acordo com as recomendações, em média e para a maioria dos pacientes. As adequações energética e protéica, e o déficit energético cumulativo não atingiram as metas estabelecidas. A mortalidade não foi associada à terapia nutricional. O déficit energético cumulativo foi associado ao tempo de ventilação mecânica e ao tempo de internamento na UTI. Palavras-chave: terapia nutricional; indicadores de qualidade em assistência à saúde; Unidade de Terapia Intensiva; trauma; nutrição enteral; desfecho clínicopt_BR
dc.description.abstractAbstract: Trauma is a major social problem. Critical patients victims of trauma are at risk of malnutrition, which is independent of prior nutritional status, resulting from physiological changes that cause intense protein catabolism. Nutritional depletion can compromise immunity, muscle integrity, healing and lead to other complications, resulting in longer hospitalization, morbidity and mortality. In addition to preventing malnutrition, nutritional support can promote better clinical outcomes, even though there are many limitations for determining the nutritional status in ICU. Nutritional therapy should be evaluated and monitored through the monitoring of quality indicators in order to contribute to the clinical evolution and ensure food and nutritional security to this population. The objectives of this work are: to verify the adequacy of the quality indicators in nutritional therapy (time to onset of nutritional therapy, time to achieve energy needs, caloric and protein adequacy, cumulative caloric deficit and adequacy of nutritional formula infused) in ICU trauma to the recommendations proposed in the literature, as well as to verify their impact on the clinical outcome (mortality) on the duration of mechanical ventilation and length of stay. The study was retrospective and included data from 80 adult patients admitted in the period 2012-2013. Data were presented as mean (± SD), median (95% CI) and frequency, and evaluated throughout the ages 7, 14, 21 and> 21. To verify the association with outcomes, the chi-square, simple correlation and regression were performed. The time to start nutritional therapy was 24 hours (95% CI 26.1 to 34.1) and the time to reach 50% of energy needs was 5 days (95% CI 5.2 to 6.0). The median infused nutritional formula was 89.2% (95% CI 86.2 to 89.4), remained adequate during all periods. Patients received a mean of 19.1 ± 4.0 kcal / kg and 0.8 ± 0.2 g protein / kg, observing increased values after 7 days. The average cumulative caloric deficit was 11,784.7 kcal (95% CI 12272.5 to 15656.3), decreasing after 7 days. Mortality was associated with age (R2 = 0.471). The greater duration of mechanical ventilation was correlated with the total cumulative energy deficit (R2 = 0.077). This, along with the energy deficit in time 7 and protein adequacy in time 14, were associated with longer ICU stay (R2 = 0.477). The quality indicators: time to start nutritional therapy, the time to reach the energy needs and fitness were nutritional formula according to the recommendations on average, and for most patients. The energy and protein adequacy, and the cumulative energy deficit did not reach the established goals. Mortality was not associated with nutritional therapy. The cumulative energy deficit was associated with duration of mechanical ventilation and length of ICU stay. Keywords: nutrition therapy; indicators of quality in health care; Intensive Care Unit; trauma; enteral nutrition; clinical outcomept_BR
dc.format.extent72f. : il. color., tabs., grafs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectNutriçãopt_BR
dc.titleSegurança alimentar e nutricional e qualidade em terapia nutricional em UTI de traumapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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