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dc.contributor.advisorAranha, Jose Marcelo Rochapt_BR
dc.contributor.authorMariotto, Lucas Ribeiropt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Zoologiapt_BR
dc.date.accessioned2014-09-15T16:04:34Z
dc.date.available2014-09-15T16:04:34Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/36161
dc.description.abstractResumo: A Serra Dona Francisca situa-se na porção subtropical do bioma Mata Atlântica e, é parcialmente protegida por uma unidade de conservação de uso sustentável na categoria de APA – Área de Preservação Ambiental. Este gradiente altitudinal entre 100 até 1200 metros foi utilizado como base para o estudo de uma comunidade de anfíbios e verificar os processos ecológicos que contribuem com a diferenciação da riqueza e diversidade conforme aumenta a altitude. Existem alguns modelos teóricos associados a processos ecológicos que explicam a variação da riqueza de diversos taxa e, consequentemente, a estruturação de comunidades em gradientes de altitude. Em anfíbios ocorre a redução da riqueza e diversidade conforme aumenta a altitude, sendo que os processos regionais, como produtividade, limites de distribuição resultantes do ambiente, relações históricas com a vegetação e zonas de vida ou simplesmente fatores geométricos, atuam na estruturação da comunidade. Contudo, a heterogeneidade ambiental, que é um processo ecológico local, também tem um importante papel no estabelecimento das espécies dentro de uma comunidade. O objetivo deste estudo foi inventariar os anfíbios da Serra Dona Francisca, comparando a diversidade ao longo de um gradiente altitudial, em uma configuração de relevo entre planície e planalto e entre fitofisionomias florestais e, avaliar a importância dos processos locais e regionais na estruturação e diversidade da comunidade de anfíbios. A comunidade foi amostrada através de dois métodos: amostragem em sítios de reprodução e armadilhas de interceptação e queda com cerca guia. Os trabalhos de campo ocorreram entre setembro de 2012 até janeiro de 2014. Foram registradas 63 espécies somando o esforço de ambos os métodos para todas as quatro cotas de altitude. Estas pertencem a 12 famílias: Brachycephalidae (4), Bufonidae (4), Centrolenidae (1), Craugastoridae (1), Cycloramphidae (2), Hemiphractidae (2), Hylidae (31), Hylodidae (2), Leptodactylidae (10), Microhylidae (2), Odontophrynidae (3) e Ranidae (1). Seis novos registros de anfíbios e 11 novas espécies, afins e a confirmar foram encontradas na área de estudo. No presente estudo, encontrou-se maior riqueza e diversidade nas maiores cotas de altitude, região onde se encontram as transições das formações ombrófilas para estepes, e que também apresentam maior área em relação às regiões de baixada. Os processos regionais, evidenciados pelos parâmetros Altitude e Precipitação, explicam a variação da riqueza, diversidade e abundância dos anfíbios. Possivelmente, uma associação biogeográfica com estas fitofisionomias e com esta configuração de relevo, explique a relação da comunidade de anfíbios com o parâmetro altitude. A Serra Dona Francisca é uma região rica em espécies de anfíbios e importante para a conservação do táxon deste bioma.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectAnfibio - Mata Atlanticapt_BR
dc.titleAnfíbios de um gradiente altitudinal em Mata Atlânticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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