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dc.contributor.authorBreginski, Fernanda Santos Cavalcantipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Genéticapt_BR
dc.contributor.otherBicalho, Maria da Graça, 1947-pt_BR
dc.contributor.otherRibeiro, Enilze Maria de Souza Fonseca, 1958-pt_BR
dc.date.accessioned2014-09-12T18:49:10Z
dc.date.available2014-09-12T18:49:10Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/36078
dc.description.abstractResumo: A descoberta de novos marcadores moleculares como ferramentas no diagnóstico, prognóstico e tratamento de diversas doenças, incluindo o câncer, é de extrema importância. A proteína HLA-G apresenta função de imunotolerância, auxiliando as células tumorais a escaparem do reconhecimento e destruição pelo sistema imune. Níveis aumentados de expressão do produto do gene HLA-G já foram identificados e associados com piores prognósticos em diversos tipos de neoplasias malignas como no câncer de pulmão, colo-retal, mama, melanomas e leucemias, sendo, portanto considerado, um potencial marcador. Neste estudo a expressão de HLA-G foi analisada através da técnica de imunoistoquímica (IHQ) em 202 carcinomas ductais infiltrantes de mama (IDC) e 104 tecidos mamários normais emblocados em parafina. Dentre estas amostras, 64 IDC e 14 normais foram avaliados por PCR quantitativa em tempo real (RT-qPCR). Dos 202 IDC, 38 (18,8%) coraram positivamente para HLA-G. Diferentemente destes, somente uma (0,9%) das 104 amostras de tecido não tumoral corou positivamente para HLA-G (p<0,0001). Os tumores triplo negativos (TNBC), geralmente mais agressivos, representavam 37 dos 202 IDC, sendo que destes 13 (35,1%) coraram positivamente para HLA-G (p<0,01). Dos 64 IDC utilizados para a RT-qPCR, 11 (17,2%) eram positivos para HLA-G na IHQ. As 64 amostras de tecido mamário tumoral e 14 normais foram submetidas a uma primeira rodada de amplificação, onde não houve amplificação para o gene HLA-G, em nenhuma das amostras com exceção das amostras de placenta (controle positivo) e do gene ACTB (referência). Esta falha na primeira amplificação sugere que o HLA-G é pouco expresso em tecidos mamários e/ou que havia pouca quantidade de RNA nas amostras utilizadas para a sensibilidade do método. Uma reação de reamplificação foi então realizada somente nas amostras positivas para HLA-G na IHQ, resultando na amplificação de HLA-G em nove das 11 amostras de tecido mamário tumoral. Portanto, no presente estudo sugere-se uma nova padronização para a utilização de blocos histológicos na avaliação de expressão gênica de HLA-G em tumores mamários. Os achados deste estudo sugerem o HLA-G como um potencial marcador auxiliando no diagnóstico diferencial, no prognóstico e talvez no tratamento de pacientes com IDC, e mais especificamente naqueles com TNBC, através do uso de IHQ e possivelmente RT-qPCR.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAnálise da expressão de HLA-G em carcinomas ductais infiltrantes mamáriospt_BR
dc.typeTesept_BR


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