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dc.contributor.authorD'angelo, Jessica Welinski de Oliveirapt_BR
dc.contributor.otherCuquel, Francine Lorenapt_BR
dc.contributor.otherBiasi, Luiz Antonio, 1968-pt_BR
dc.contributor.otherZeviani, Walmes Marquespt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Agronomiapt_BR
dc.date.accessioned2014-08-27T16:46:19Z
dc.date.available2014-08-27T16:46:19Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35931
dc.description.abstractResumo: O caqui ‘Kakimel’ é cultivado principalmente em Campina Grande do Sul – Paraná e é muito apreciado pela doçura de sua polpa. Pertencente ao grupo dos caquis taninosos (adstringentes), os frutos necessitam passar por um processo de destanização para serem consumidos e isto também causa o amolecimento da polpa. Entre os métodos de destanização do caqui, a exposição ao vapor de álcool etílico é o mais utilizado na região de produção. Entretanto, segundo os produtores da Cooperativa dos Produtores de Campina Grande do Sul (CPCamp), há recuperação da adstringência após a destanização, o que eles atribuem ao estresse causado por um choque de frio durante o transporte destes frutos. Pesquisas sobre as características deste cultivar e seu processo de destanização são escassas no meio científico. Desta forma, surge a necessidade de se desenvolver tecnologias que promovam um eficiente processo de destanização do ‘Kakimel’, mantendo a qualidade destes frutos. Objetivou-se com esta pesquisa caracterizar os caquis ‘Kakimel’, remover a adstringência destes frutos com o uso de vapor de álcool etílico e medir a eficiência da manutenção da destanização nos frutos submetidos ao choque de frio após o tratamento. Os frutos foram expostos ao vapor de álcool etílico durante 12, 24, 36 e 48 horas e armazenados sob temperatura de 22 °C e 95% de umidade relativa. Após o tratamento, 50% dos frutos foram submetidos a um choque de frio a 6 °C por duas horas e retornaram às mesmas condições de armazenamento. Os outros 50% foram mantidos a uma temperatura de 22 °C e 95% de umidade relativa durante todo o período após a exposição ao vapor de álcool etílico. O experimento foi repetido nas safras de 2012 e 2013. A caracterização dos frutos foi realizada logo após a colheita e após os tratamentos (3, 5, 7, 9 e 11 dias de armazenamento). As variáveis analisadas foram: teor de taninos solúveis, massa fresca, pH, teor de sólidos solúveis, acidez titulável, firmeza e coloração da casca e da polpa. Os caquis ‘Kakimel’ produzidos em Campina Grande do Sul tem altos teores de taninos solúveis, com valores de 1,33 a 1,44%, sólidos solúveis variando de 17,61 a 16,48 °Brix, acidez titulável de 0,15 a 0,13% e pH de 5,54 a 5,50, com a coloração da casca passando de amarelo-alaranjado no momento da colheita para amarelo-avermelhado aos 11 dias após a colheita. A adstringência dos frutos foi removida após 3 dias nos frutos expostos ao vapor de álcool etílico por um período de 24 horas e após 5 dias nos frutos expostos ao vapor de álcool etílico por um período de 12 horas. O choque de frio não ocasiona a recuperação da adstringência dos frutos de caquizeiro ‘Kakimel’.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.titleCaracterização de caqui'kakimel' submetido ao choque de frio após destanização em Campina Grande do Sul - PRpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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