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dc.contributor.advisorGosdal, Thereza Cristinapt_BR
dc.contributor.authorStoppa, Susana Tironipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2014-07-29T22:13:18Z
dc.date.available2014-07-29T22:13:18Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35709
dc.description.abstractResumo: A Constituição Federal de 1988 assegura em seu artigo 7º a igualdade de direitos entre trabalhadores urbanos e rurais, além do referido diploma constitucional, é considerável o número de leis infraconstitucionais que regulam o direito dos trabalhadores rurais. Contudo, a existência dos imperativos legais não impede que os empregadores desrespeitem os direitos mais básicos dos trabalhadores. Essas infrações podem ser enquadradas como condições degradantes, atingindo a dignidade e a saúde do boia-fria. No caso dos cortadores de cana de açúcar, a situação é agravada tendo em vista a própria essência desgastante das tarefas executadas. Ainda que o cumprimento das normas para a diminuição dos riscos e proteção dos trabalhadores seja observado, os boias-frias estão sujeitos a jornadas exaustivas, repetitivas e insalubres. A situação agrava-se quando as condições degradantes estão presentes, fazendo com que em, alguns casos, o trabalhador chegue à morte por exaustãopt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectSaúde e trabalhopt_BR
dc.titleA saúde do boia-fria e as condições degradantes de trabalho nos canaviais brasileirospt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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