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dc.contributor.authorPedrosa, Maria da Penha Simõespt_BR
dc.contributor.otherCavazotti, Maria Auxiliadorapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.date.accessioned2014-08-13T14:05:04Z
dc.date.available2014-08-13T14:05:04Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35655
dc.description.abstractResumo: Esta é uma pesquisa sobre os conflitos protagonizados pelos trabalhadores da saúde de um hospital público relacionados às mudanças que ocorreram no mundo do trabalho no modo capitalista de produção, em especial na vigência do capitalismo monopolista. Sob essa forma assumida pelo capital, além de serem intensificadas suas demais características, é criada a Organização Científica do Trabalho (OCT) para racionalizar o processo produtivo e aumentar a produção e o lucro, fornecendo a base para a gestão do trabalho no modelo rígido (Taylorismo/Fordismo) e, a partir da década de 1970, no modelo flexível (Toyotismo) de produção. O objetivo geral da pesquisa é investigar a relação dos conflitos protagonizados pelos referidos trabalhadores com as condições/organização do trabalho, utilizando como método de análise o Materialismo Histórico. A pesquisa, de caráter exploratório e qualitativo, teve como fontes: registros de reuniões e um questionário aplicado junto aos sujeitos (subordinados e lideranças formais) pesquisados. O êxito da OCT, não apenas deixou de levar em consideração os efeitos negativos sobre as dimensões física e psíquica do trabalhador, como propiciou a eclosão de conflitos significativos no ambiente laboral. Tais conflitos, embora apareçam como conflitos de relacionamento interpessoal, analisados à luz do gerenciamento dos processos de trabalho, revelam sua íntima relação com as condições e, sobretudo com a organização do trabalho. As conseqüências, entre outras, são: 1) a precarização do trabalho; 2) a desqualificação do trabalhador por meio de uma formação cada vez mais fragmentada; 3) o sentimento de desvalorização social do trabalho realizado; 4) a fragilização tanto da posição dos trabalhadores no mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, como das relações humanas baseadas na exacerbação da competitividade entre os próprios trabalhadores. Tal situação engendra relações sociais de trabalho geradoras de conflitos, comportamentos contraditórios e resistências diversas por parte dos trabalhadores.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectTrabalhadores da saúdept_BR
dc.subjectServiço Público - Administração de pessoalpt_BR
dc.subjectRelações trabalhistaspt_BR
dc.titleMudanças no mundo do trabalho e os conflitos protagonizados pelos trabalhadores da Saúde em um Hospital públicopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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