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dc.contributor.advisorRamina, Larissa Liz Odreskipt_BR
dc.contributor.authorCapeletto, Giovanna de Marchipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2014-07-17T22:16:13Z
dc.date.available2014-07-17T22:16:13Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35607
dc.description.abstractResumo: É na tentativa de conciliar os conceitos de soberania estatal e proteção de direitos humanos, em face a situações de atrozes violações pelos Estados (seja por sua ação direta ou inação na seara protetiva), que a Comissão Internacional sobre Intervenção e Soberania Estatal (ICISS) lança seu relatório, denominado Responsabilidade de Proteger (R2P). Alterando a perspectiva da soberania, para vê-la sobre o prisma da responsabilidade e não mais da força, e passando o enfoque da não intervenção dos Estados para a proteção da população civil, a R2P reúne boa parcela de consenso em âmbito internacional, superando a ideia de intervenções humanitárias, tão controversas em si mesma. Este trabalho visa analisar a construção da R2P, sua aceitação pela ONU e seus países membros e suas evoluções posteriores. Será feita, ainda, breve análise dos casos da Líbia e da Síria, diante da ótica da R2P, e da nova posição brasileira sobre a Responsabilidade ao Proteger (RwP)pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDireitos humanospt_BR
dc.titleResponsabilidade de protegerpt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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