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dc.contributor.advisorLudwig, Celso Luizpt_BR
dc.contributor.authorCalonga, Yuri Utumipt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2014-07-16T22:36:23Z
dc.date.available2014-07-16T22:36:23Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35583
dc.description.abstractResumo: Diferentemente da maior parte da literatura científica que se debruça sobre a temática da pichação, em suas diversas perspectivas, o presente trabalho procura, através do viés da filosofia estética, enveredar-se pelos principais alicerces que sustentam a pichação enquanto forma autônoma de arte e manifestação social. Entender a pichação para além de uma interpretação objetivamente artística e ideologicamente jurídica, de maneira, sobretudo, filosófica, tem como escopo a realização do picho de forma crítica e dialógica. O sentido pelo qual entendemos a pichação, dessa forma, guarda intrínseca relação do fenômeno com o seu entorno: a cidade, o sujeito, o expectador, o agredido e o seu poder simbólico. Repensar a unilateralidade do discurso criminalizante da pichação é, também, repensar a própria pichação argumentada através de dualismos inexistentes. Longe de posicionarmo-nos em necessária defesa do nosso objeto de estudo, procuramos apenas oferecer uma outra postura em relação à prática do vandalismo de modo que a sua criminalização pelo sistema jurídico não seja a única faceta percebida pelo Outro da pichaçãopt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEstéticapt_BR
dc.subjectPichação de murospt_BR
dc.subjectArtept_BR
dc.titleEstética, pichação e artept_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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