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dc.contributor.advisorNalin, Paulo Roberto Ribeiropt_BR
dc.contributor.authorFrança, Felipe Wollertt dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2014-07-14T19:40:15Z
dc.date.available2014-07-14T19:40:15Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35513
dc.description.abstractResumo: A partir do momento em que a pessoa passa a ser entendida como o ponto central da preocupação da responsabilidade civil, torna-se necessária uma readequação dos seus requisitos clássicos. Nesse contexto surge a teoria da perda de uma chance, a qual pretende garantir indenização a determinadas situações em que certo sujeito se vê privado da oportunidade de alcançar determinado benefício por interferência lesiva de outrem. Por outro lado, é crescente a preocupação com as questões decorrentes da responsabilidade civil referentes à área médica, na qual também passa a ser admitida a reparação pela perda de chances, porém sob outra perspectiva: trata-se da perda de uma chance de cura. Nela, a vítima não deixa de obter um benefício provável, mas tem uma possibilidade de cura ou sobrevivência prejudicada. A admissibilidade dessa teoria exige a observância de diversos parâmetros, os quais devem ser analisados com bastante rigor pela jurisprudência, responsável ultima pela conformação da teoria ao direito brasileiropt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectResponsabilidade (Direito)pt_BR
dc.subjectErro médicopt_BR
dc.titleA responsabilidade civil médica pela perda de uma chancept_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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