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dc.contributor.advisorWaldraff, Celio Horstpt_BR
dc.contributor.authorMasi, Fabio Smiguel dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Jurídicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2014-07-14T19:38:30Z
dc.date.available2014-07-14T19:38:30Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35511
dc.description.abstractResumo: O presente trabalho pretende analisar individualmente a recepção do instituto da prescrição intercorrente nas Justiças Cível e do Trabalho, para concluir a partir de uma comparação qual a razão dos entendimentos contrários. Primeiramente, busca-se traçar um panorama geral sobre o conceito, fundamentos e requisitos da prescrição, diferenciando-a de institutos correlatos, para em seguida introduzir a espécie da prescrição intercorrente e suas peculiaridades. Parte-se para a análise dentro do direito civil, com abordagem teórica doutrinária e da prática jurisprudencial, com o intuito de estabelecer a base para a comparação com a Justiça do Trabalho. Em seguida, busca-se realizar a mesma análise com relação ao direito trabalhista, focando sempre nas questões relevantes à recepção da prescrição intercorrente. Finalmente, conclui-se com a comparação das razões e argumetnos que levam às diferentes áreas jurídicas possuírem entendimentos contrários, com a aceitação praticamente unânime da prescrição intercorrente pela Justiça Cível e a rejeição, ainda majoritária, por parte da Justiça do Trabalhopt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPrescrição (Direito)pt_BR
dc.subjectPrescrição (Direito do trabalho)pt_BR
dc.titlePrescrição intercorrentept_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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