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dc.contributor.authorTrindade, Daniela de Freitas Guilherminopt_BR
dc.contributor.otherSánchez García, Laura, 1957-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Exatas. Programa de Pós-Graduação em Informáticapt_BR
dc.date.accessioned2014-07-01T15:13:20Z
dc.date.available2014-07-01T15:13:20Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35261
dc.description.abstractResumo: O surdo não consegue estabelecer as relações sociais utilizando uma linguagem falada/oral, pois, a sua identidade cultural e a sua forma de expressão se traduzem de maneira principalmente visual. Os surdos querem ser respeitados como comunidade cultural bilíngue, para terem a sua identidade legitimada. Assim, é importante fornecer ferramentas computacionais que considerem as necessidades e peculiaridades destas comunidades a fim de minimizar as barreiras de comunicação e promover a inclusão social e o acesso ao conhecimento. O presente trabalho estuda o processo de criação do conhecimento em uma Comunidade de Prática (CoP) em torno do domínio da Libras (Língua Brasileira de Sinais) formada por surdos e não-surdos. As observações permitiram determinar alguns aspectos, que foram compilados e apresentados como um framework conceitual para apoiar o design de ambientes colaborativos virtuais de cultivo à CoP inclusivos aos surdos. A inclusão, neste contexto, implica, principalmente, em garantir a possibilidade de mediação de um intérprete para a comunicação. As interações por meio de atividades colaborativas mediadas pelo computador têm significativa importância para a formação humana e social e podem contribuir para a construção do conhecimento e da identidade do surdo. No presente trabalho, foram analisados alguns ambientes virtuais colaborativos projetados e desenvolvidos especialmente para os surdos. Como estes ambientes ainda apresentam algumas limitações, buscou-se identificar as especificidades necessárias à garantia de acessibilidade para os surdos em ambientes mistos. Isto posto, foi criada e cultivada uma CoP por meio de reuniões colaborativas, de forma a fornecer um ambiente de interação que permitisse aos seus participantes colaborarem em prol de um objetivo comum. A partir da investigação e de alguns modelos de colaboração e aprendizagem foi proposto um framework conceitual, denominado InCoP, buscando dar mais um passo em direção à criação de ambientes computacionais acessíveis e inclusivos de apoio à construção social do conhecimento. Com o intuito de verificar a sua aplicabilidade, o InCoP apoiou o desenvolvimento de uma ferramenta para Videoconferência que considera os aspectos mais significativos e críticos para promover a interação entre surdos e não-surdos.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleInCoPpt_BR
dc.typeTesept_BR


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