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dc.contributor.authorPedrozo, Tiago Hommerding, 1980-pt_BR
dc.contributor.otherBarbosa, Ronilson Vasconcelospt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Exatas. Programa de Pós-Graduação em Químicapt_BR
dc.date.accessioned2014-07-01T17:26:38Z
dc.date.available2014-07-01T17:26:38Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35259
dc.description.abstractResumo: O poli(cloreto de vinila) (PVC) é um dos plásticos mais consumidos em todo o mundo e aliado ao consumo deste polímero está o de seus aditivos, dentre os quais pode ser destacada a classe dos plastificantes. Por definição, plastificantes são materiais adicionados à matriz polimérica com o objetivo de aumentar sua flexibilidade, processabilidade ou capacidade de alongamento. Para o PVC, a classe dos ftalatos é a mais utilizada sendo que, destes, o ftalato de dioctila (DOP) é considerado o plastificante padrão para o PVC. Apesar de todos os aspectos positivos que o DOP apresenta, esse e toda a classe dos ftalatos estão, nas últimas décadas, sendo alvo de muitos estudos científicos devido a sua toxicidade. Em alguns casos, foram confirmados dados sobre a retirada, por extração, do ftalato da matriz polimérica, inviabilizando a aplicação deste em algumas situações, principalmente quando em contato direto com alimentos. Outros estudos indicaram maior poder de toxicidade do DOP em diversas situações. Em vista desta problemática, o objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de alguns plastificantes a partir do óleo de soja. Neste estudo, primeiramente, o óleo foi epoxidado com perácido fórmico. Então ocorreu a abertura do anel do grupo epóxido pelo ácido fórmico e acético, obtendo assim dois plastificantes. Em paralelo o óleo de soja foi transesterificado na presença de NaOH (0,5 %), dando origem aos ésteres etílicos do óleo de soja. Após a etapa de purificação, este último foi submetido as mesmas reações descritas para o óleo de soja puro, sendo que nesse caso o grupo epóxido reagiu também com o ácido benzóico, obtendo três produtos. Por fim o óleo de soja foi transesterificado com o álcool alílico na presença de NaOH (0,5 %). Em seguida os ésteres alílicos foram epoxidados utilizando um perácido fórmico (in situ). Os produtos, bem como os intermediários de reação, foram caracterizados por espectroscopia na região do infravermelho, ressonância magnética nuclear (1H e 13C RMN) e cromatografia gasosa. Também foram medidos outros parâmetros como densidade, viscosidade (40 oC e 100 oC), índice de acidez e avaliação do comportamento térmico. Considerando a obtenção eficiente dos produtos de reação, estes foram empregados na composição com PVC. As primeiras composições foram produzidas por ?casting? e com exceção de dois plastificantes os resultados visuais foram excelentes, pois os filmes se mostraram transparentes, com uma flexibilidade boa e não foi observado qualquer sinal de exsudação dos materiais, demonstrando sua boa compatibilidade com a matriz polimérica. Na seqüência, foram preparadas placas, por calandragem com o PVC e os plastificantes sintetizados. Para efeito comparativo, foi usado também o plastificante padrão DOP. Para conhecer o comportamento dos plastificantes na composição estes materiais foram testados em diferentes ensaios, como DSC e ensaio mecânico de tração. De maneira geral, os resultados obtidos foram bastante positivos, pois demonstraram ser possível substituir o DOP de forma total, ou mesmo parcial, com a utilização de alguns produtos sintetizados nesse trabalho.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.title"Desenvolvimento e aplicação de plastificantes alternativos para pvc obtidos a partir de modificações do óleo de soja"pt_BR
dc.typeTesept_BR


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