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dc.contributor.authorSchramm, Vinícius Gonsalespt_BR
dc.contributor.otherMaiorka, Alexpt_BR
dc.contributor.otherFelix, Ananda Portellapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterináriaspt_BR
dc.date.accessioned2014-04-22T14:06:27Z
dc.date.available2014-04-22T14:06:27Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/34943
dc.description.abstractResumo: A digestibilidade pode ser afetada negativamente por compostos presentes nas rações de frangos. As dietas a base de milho e farelo de soja são consideradas de elevada digestibilidade, mas contém baixas quantidades de polissacarídeos não amiláceos (PNA), que são compostos indigestíveis pelas enzimas endógenas e dificultam a digestibilidade dos nutrientes. Apesar da baixa concentração encontrada, os nutrientes estão envoltos pela parede celular que é rica nesses compostos, dificultando a digestão de nutrientes do interior da célula. O fitato é outro agente indigestível pelas enzimas endógenas que pode prejudicar a digestão das aves. Ele se complexa com a proteína e minerais, principalmente o fósforo e também agride a mucosa o que o torna potente fator antinutricional. Dessa maneira, adicionando enzimas exógenas que hidrolisem esses compostos, há melhorias no desempenho das aves. As carboidrases atuam hidrolisando os PNA e a fitases atuam no fitato. Porém os resultados dos estudos ainda são muito controversos devido a inúmeros fatores como dose enzimática, substrato da enzima, qualidade da matéria prima, pH, entre outros. Com o intuito de verificar a interação entre as enzimas fitase e xilanase, foram realizados dois experimentos avaliando metabolizabilidade de dietas a base de milho e farelo de soja (1º experimento) ou isoladamente do milho (2º experimento) com ou sem a inclusão de xilanase e fitase em frangos de corte. Ambos utilizaram 560 pintos de corte divididos em 8 tratamentos com 10 repetições de 7 aves cada. Os tratamentos experimentais (dietas ou milho) foram quatro níveis de xilanase (0, 50, 100 e 150 ppm) e dois níveis de fitase (0 e 100 ppm) em delineamento totalmente casualizado em esquema fatorial (2x4). Foi realizada a coleta parcial de excretas e coleta do conteúdo ileal. Foi verificada interação nos coeficientes de metabolizabilidade da matéria seca (CMAMS) e na energia metabolizável aparente (EMA) da dieta, em que até a dose de 50 ppm de xilanase, não houve diferenças entre sem e com fitase, a partir da dose 100 ppm de xilanase a inclusão de fitase aumenta esse coeficientes na dieta (P<0,05). Entretanto não houve interação no coeficiente de digestibilidade ileal da proteína bruta (CDAiPB) da dieta, mas foi observado efeito isolado das enzimas. Foi encontrado efeito quadrático e Linear Response Plateau (LRP) para CMAMS da dieta e aumentou linearmente a EMA e CDAiPB com fitase na dieta. Isso pode evidenciar um efeito aditivo entre as enzimas na dieta. No milho, não foram encontradas interações. Entretanto para todas as variáveis do milho o efeito da fitase positivo. O efeito da xilanase só não foi visualizado no CDAiPB do milho. Quando se adicionou somente a xilanase, aumentou linearmente os CMAMS e a EMA. Entretanto, quando se adiciona a fitase, foram encontrados efeitos de LRP em que o CMAMS e EMA respondem somente até a inclusão de 50 ppm de xilanase. Isso pode demonstrar um efeito não adicional das enzimas no milho. Com esses resultados, podemos concluir que as enzimas atuam em outros ingredientes da dieta como o farelo de soja.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAve domestica - Alimentação e raçõespt_BR
dc.titleInteração de xilanase e fitase em dietas a base de milho e farelo de soja para frangos de cortept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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