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dc.contributor.authorLima, Luciane Otaviano dept_BR
dc.contributor.otherGomes, Eliane Carneiropt_BR
dc.contributor.otherVosgerau, Milene Zanoni da Silvapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticaspt_BR
dc.date.accessioned2014-03-19T18:06:14Z
dc.date.available2014-03-19T18:06:14Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/34902
dc.description.abstractResumo: A crescente utilização de plantas medicinais por parte da população, bem como a crença por parte dos usuários de que esta terapia é "isenta de efeitos indesejáveis", desperta a atenção para os cuidados e a vigilância dessa prática. A farmacovigilância é a ciência responsável pelo monitoramento dos medicamentos disponíveis no mercado, e se propõe a identificar, avaliar, compreender e prevenir eventos não desejáveis relacionados com estes produtos, portanto faz-se essencial na prática diária de toda a cadeia envolvida com o uso dos mesmos. Considerando a importância e a necessidade de implementação da prática da farmacovigilância, bem como o fato de as plantas medicinais se constituírem um elo frágil dentro do contexto terapêutico, tanto pela regulamentação ainda em construção como pelo uso indiscriminado por sua taxação de inocuidade, o presente trabalho teve por objetivo traçar um panorama da farmacovigilância a partir das notificações de produtos a base de espécies vegetais notificados como medicamento no Sistema Nacional de Notificações em Vigilância Sanitária (NOTIVISA) de 2008 a 2012, no Brasil. Os dados foram obtidos do Sistema NOTIVISA e analisados no programa Epiinfo versão para Windows 3.5.4. Foram analisadas 50.824 notificações referentes a medicamentos no período de 2008 a 2012. Do total de notificações, 399 foram selecionadas para as análises mais aprofundadas, uma vez que se referiam a produtos a base de espécies vegetais. Dessas, 389 tratavam de queixas técnicas e dez de eventos adversos. Dentre as queixas técnicas analisadas, 48,6% corresponderam a notificações de "empresas sem Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE)/produto com suspeita de estar sem registro". Foram detectadas 143 espécies vegetais diferentes, dentre as quais o Ginkgo biloba (ginkgo) e a Aescullus hipocastanum (castanha da índia) ocuparam destaque em número de citações. Dentre todos os campos das notificações analisados foi verificado que aproximadamente 50% dos mesmos não estavam preenchidos, o que fragiliza o processo da farmacovigilância e se torna um indicador de má qualidade das notificações. Este estudo mostrou que as taxas de notificação relacionadas a produtos baseados em espécies vegetais notificados como medicamentos ainda são muito reduzidas se comparadas com as dos demais medicamentos, evidenciando uma necessidade de capacitação na área, tanto para a população como para os profissionais de saúde.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFarmacia - Inspeção - Brasilpt_BR
dc.subjectMatéria médica vegetalpt_BR
dc.titleFarmacovigilância no Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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