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dc.contributor.authorSetenareski, Ligia Elianapt_BR
dc.contributor.otherShima, Walter Tadahiro, 1964-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicaspt_BR
dc.date.accessioned2014-02-07T15:20:01Z
dc.date.available2014-02-07T15:20:01Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/34734
dc.description.abstractResumo: Este trabalho mostra como funciona o oligopólio das publicações científicas e como, ao longo de um pouco mais de vinte anos, o movimento do software livre e de código fonte aberto se expandiu e gerou grandes desdobramentos em contraposição a este oligopólio. O movimento do software livre não se deu por acaso, e, tampouco seus desdobramentos. Os pesquisadores, cansados de contribuir com o oligopólio na produção de artigos científicos ou, ainda, atuando como revisores e participantes de conselhos editoriais, enquanto a indústria editorial obtinha altos lucros sobre os pacotes de periódicos vendidos às bibliotecas acadêmicas, lançaram no mercado editorial várias alternativas em contraposição ao oligopólio. Dentre elas estão: o copyleft e o Creative Commons em oposição ao copyright; o open access e os repositórios digitais abertos de instituições de ensino e pesquisa, disponibilizados gratuitamente na internet, em oposição aos repositórios fechados das editoras comerciais do oligopólio, que disponibilizam suas bases de dados nestes repositórios a altos preços; e a criação do h index, do g-index, do GSC, e de outros medidores de impacto, em contraposição ao fator de impacto controlado pelo oligopólio. No processo editorial, enquanto as instituições de ensino e pesquisa fornecem, por meio de seus pesquisadores, toda a mão de obra necessária à produção, arbitragem e conselho editorial, as editoras se encarregam de organizar os serviços, disponibilizar uma navegação confiável em suas bases de dados fechadas, com motores de busca precisos, e manter altos índices de impacto para as suas publicações. Atualmente o Google também dispõe de motores de busca confiáveis, que trazem resultados precisos, e fazem a navegação pelos repositórios digitais abertos. Além disso, o Google também dispõe de ferramentas para medir o impacto dos autores e das publicações. O Google e os repositórios digitais abertos, em simbiose, podem cuidar de todo o processo da publicação científica, desde a sua produção até a sua difusão e medição de impacto, como uma alternativa em contraposição ao oligopólio das editoras científicas.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectSoftware livrept_BR
dc.subjectEditoração eletrônicapt_BR
dc.subjectPublicaçoes cientificas - Editoraçãopt_BR
dc.subjectOligopolios - Editoraspt_BR
dc.subjectProvedores de serviços da Internetpt_BR
dc.titleRepositórios digitais abertospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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