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dc.contributor.advisorSimões, Maria de Lourdes Pessole Biondopt_BR
dc.contributor.authorBettes, Paulo Sergio Loiaconopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paranapt_BR
dc.date.accessioned2013-11-13T19:15:48Z
dc.date.available2013-11-13T19:15:48Z
dc.date.issued2013-11-13
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/33541
dc.description.abstractResumo: As radiações ionizantes têm sido utilizadas na tentativa de controlar processos biológicos, entre eles a cicatrização. Essas radiações, como os raios Beta, ao atravessarem os tecidos promovem uma série de alterações como a modificação direta do núcleo celular e modificações indiretas sobre o protoplasma. As células são mais atingidas na fase pré-mitótica, motivo pelo qual há necessidade de várias aplicações de radiação, com intervalos de tempo, para que maior número de células possam ser irradiadas eficazmente. A melhor fonte de obtenção da radiação Beta é o Estrôncio-90 radioativo, cuja ação máxima é encontrada entre 3 e 4mm de profundidade, não ultrapassando 8mm. O objetivo deste trabalho foi estudar a influência da radiação Beta obtida do Estrôncio-90 sobre a cicatrização de feridas cutâneas irradiadas diariamente e em dias alternados e compará-las com as não irradiadas. Utilizaram-se 40 ratos Wistar nos quais praticou-se 2 incisões dorsais de 1,5 cm, paralelas à coluna vertebral e separadas entre si por 3,0 cm, atingindo a pele e a tela subcutânea. Após a síntese com o fio monofilamentar, as feridas localizadas à direita, em todos os animais, não receberam nenhum tratamento, tendo seu curso natural e servindo de controle ao experimento. As feridas localizadas à esquerda receberam irradiação diariamente em 20 animais, constituindo o grupo A e irradiação em dias alternados nos outros 20 animais, constituindo o grupo B. A dose de irradiação foi de 2500 rad dividida em 10 sessões de 250 rad. Sacrificaram-se 5 animais de cada grupo nos 3-, 7-, 14- e 21° dias após o início do experimento, de modo que se pudesse avaliar o curso da cicatrização. A avaliação histopatológica foi feita através de cortes corados pela hematoxilina e eosina, tricrômico de Mallory e picrosirius. Após análise estatística dos resultados, concluiu-se que macroscopicamente não há alterações significantes entre as feridas irradiadas diariamente, em dias alternados e as feridas controle. Microscopicamente as feridas irradiadas apresentam maior edema na derme profunda e dilatação vascular. Não há alteração significante quanto à organização da cicatriz e epitelização. Existe maior densidade de colágeno nas zonas superficiais da cicatriz nas feridas irradiadas diariamente. As alterações do colágeno mais significantes, promovidas pela irradiação beta, são encontradas nas áreas paracicatriciais, nas fases iniciais e nas áreas cicatriciais nas fases tardias.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCicatrização de feridaspt_BR
dc.subjectRadiação iorrizantept_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleInfluência da radiação beta sobre a cicatrização de feridas cutâneas de ratospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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