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dc.contributor.advisorFaria, Jose Henrique de, 1950-pt_BR
dc.contributor.authorHopfer, Kátia Reginapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Sociais Aplicadaspt_BR
dc.date.accessioned2013-10-07T19:32:07Z
dc.date.available2013-10-07T19:32:07Z
dc.date.issued2013-10-07
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/32319
dc.description.abstractResumo: O presente trabalho investiga as formas de controle social sobre as relações de trabalho, focando cinco controles em especial: físico, burocrático, democrático, por resultados e por vínculos libidinais. Cada controle foi analisado sob a perspectiva de quatro instâncias de análise psicossociológicas nas organizações estudadas na França (Universidade de Paris VII) por Enriquez (1992): mítica, social-histórica, organizacional e grupal. Por sua vez, a inter-relação entre as formas de controle social e as instâncias de análise culminou na ampliação de uma matriz teórico-metodologica concebida por Faria (2002), que orientou a formulação dos indicadores desenvolvidos nesta pesquisa. Sendo assim, caracteriza-se como um estudo de caso, tomando como referência uma indústria automobilística multinacional da região metropolitana de Curitiba. Os dados coletados por meio de entrevista, questionário e observação não-participante evidenciam a existência de formas de controle que tendem a mostrar uma exploração e repressão exercida pela empresa sobre os funcionários. Foi possível ressaltar certas contradições administrativas que suscitam diversos conflitos que se manifestam nas relações de trabalho. Esses conflitos e essas contradições afetam as construções imaginárias de sucesso dos funcionários. Verifica-se a presença da banalização da injustiça social, assim como a fragmentação do trabalho e a desqualificação dos membros, tornando visível uma ruptura dos vínculos libidinais do sujeito em relação à empresa. Portanto, os dados não mostram um ambiente democrático, mas uma atmosfera de liberdade fortemente controlada. Essas questões perpassam um ambiente burocrático caracterizado por restrições, poucas mudanças e centralização de processos. Os resultados aqui apresentados auxiliam os indivíduos e as organizações a compreenderem as contradições presentes nas relações de trabalho: os conflitos e crises ambientais, e a partir deles é possível buscar a qualificação dos dirigentes e dos trabalhadores para enfrentar o ambiente globalizado.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectControle organizacionalpt_BR
dc.subjectClima organizacionalpt_BR
dc.subjectAdministração de empresaspt_BR
dc.titleOrganização, poder e controle socialpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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