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dc.contributor.authorSandrini, Paulo Henrique da Cruzpt_BR
dc.contributor.otherVenturelli, Paulo Cesar, 1950-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2020-07-09T14:18:33Z
dc.date.available2020-07-09T14:18:33Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/32198
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Paulo César Venturellipt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Parana, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 17/06/2013pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 295-301pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Estudos literáriospt_BR
dc.description.abstractResumo: Este estudo de doutorado tem por intuito a análise da literatura latino-americana do século XX, mais especificamente aquela surgida em meados da década de 1990. Tendo por autor central o mexicano David Toscana, este trabalho busca evidenciar as divergências estético-discursivas desse escritor com relação às correntes literárias McOndo e Crack, surgidas, respectivamente, no Chile e no México, e também os aspectos dialógicos de Toscana com relação às gerações anteriores, desde as vanguardas até o chamado Boom latino-americano, estabelecendo uma espécie de resgate ou recuperação de alguns ideais como o de independentização (termo buscado em Ángel Rama), o de originalidade e o de representatividade do homem, das sociedades e da cultura do subcontinente para o campo da produção ficcional. Interessam, neste espaço de debate, os modos de representação da América Latina nas narrativas desses escritores nascidos na década de 1960 (mcondistas, membros do Crack e David Toscana) e também os aspectos políticos, sociais, culturais, históricos e econômicos que formam o contexto em que se insere essa produção; além de analisar alguns limites e implicações gerados nessa fase (pós-ditaduras, início das políticas neoliberais e da força impetuosa da globalização) para a literatura da América Latina, bem como promover um retorno ao pensamento e ações políticoestético- culturais de intelectuais e escritores que até a década de 1980 (até o posboom e a literatura de testemunho) representaram e colocaram a literatura da América Latina definitivamente no mapa-múndi. Com isso, podermos chegar a uma melhor compreensão da produção de David Toscana, autor contemporâneo, mas que se mostra um real tributário dos grandes autores da chamada fase mágica da literatura latino- americana que, como sugere o crítico brasileiro Idelber Avelar, tem seu ocaso em 11 de setembro de 1973, com o golpe de Pinochet e a morte de Salvador Allende. Após a década de 1970, temos o ápice do posboom e da literatura de testemunho; nos anos 1990, período em que esta tese centrará sua força analítica, começam a surgir movimentos munidos de manifestos-bula com a intenção de estremecer o establishment da literatura do subcontinente; são McOndo e Crack. E entre esses, surge David Toscana, escritor dotado de uma voz singular a questionar não apenas os preceitos desses dois movimentos, mas também a produzir uma literatura de intensa busca temática e estética para distinguir-se dessas correntes predominantemente urbanas, internacionalizadas e globalizadas - representadas, sobretudo, pelo grupo chileno, liderado por Alberto Fuguet e Sergio Gómez, e pelo Grupo mexicano, que tem seus principais expoentes em Ignacio Padilla e Jorge Volpi.pt_BR
dc.description.abstractResumen: Este estudio de doctorado tiene por intuito el análisis de la literatura latinoamericana del siglo XX, más específicamente la que surgió en mediados de los años 1990. Teniendo por autor central el mejicano David Toscana, este trabajo busca evidenciar las divergencias estético-discursivas de ese escritor respecto a las corrientes literarias McOndo y Crack, surgidas, respectivamente, en el Chile y en el México, y también los aspectos dialógicos de Toscana con relación a las generaciones anteriores, desde las vanguardias hasta el llamado Boom latinoamericano, estableciendo un tipo de rescate o recuperación de algunos ideales como el de independetización (termino buscado en Ángel Rama), el de originalidad y el de representatividad del hombre, de las sociedades y de la cultura del subcontinente para el campo de la producción ficcional. Interesan, en este local de debate, los modos de representación de Latinoamérica en las narrativas de eses escritores nascidos en los años de 1960 (mcondistas, miembros del Crack y David Toscana) y también los aspectos políticos, sociales, culturales, históricos y económicos que forman el contexto que se inserte esa producción; además de analizar algunos límites e implicaciones generados en esa fase (pos-dictaduras, inicio de las políticas neoliberales y de la fuerza impetuosa de la globalización) para la literatura de Latinoamérica, bien como promover un retorno al pensamiento y acciones político-estético-culturales de intelectuales y escritores que hasta los años de 1980 (hasta el posboom y la literatura del testimonio) representaban y colocaban la literatura de Latinoamérica en definitivo en el mapamundi. Con eso, podemos llegar a una mejor comprensión de la producción de David Toscana, autor contemporáneo, mas que se muestra un real tributario de los grandes autores de la llamada fase mágica de la literatura latinoamericana que, como lo sugiere el crítico brasileño Idelber Avelar, tiene su ocaso en 11 de septiembre de 1973, con el golpe de Pinochet y la muerte de Salvador Allende. Después de los años de 1970, tenemos el ápice del posboom y de la literatura del testimonio; en los años 1990, periodo en que esta tese centrará su fuerza de análisis, empiezan a surgir movimientos armados de los manifiestos-bula con la intención de estremecer lo establishment de la literatura del subcontinente; son McOndo y Crack. Y entre eses, surge David Toscana, escritor dotado de una voz singular a cuestionar no solo los preceptos de eses dos movimientos, pero también a producir una literatura de intensa búsqueda temática y estética para distinguirse de esas corrientes predominantemente urbanas, internacionalizadas y globalizadas - representadas, sobretodo, por el grupo chileno, liderado por Alberto Fuguet y Sergio Gómez, y por el grupo mejicano, que tiene sus principales exponentes en Ignacio Padilla y Jorge Volpi.pt_BR
dc.format.extent301f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleDavid Toscana entre McOndo e Crack : diálogos e divergências com a literatura latino-americana do Século XXpt_BR
dc.typeTesept_BR


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