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dc.contributor.authorNomura, Ellen Cristine Ogatapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em Farmacologiapt_BR
dc.contributor.otherWerner, Maria Fernanda de Paulapt_BR
dc.contributor.otherBaggio, Cristiane Hatsukopt_BR
dc.date.accessioned2013-09-25T15:04:01Z
dc.date.available2013-09-25T15:04:01Z
dc.date.issued2013-09-25
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/32161
dc.description.abstractResumo: As flores da Acmella oleracea (L.) R.K. Jansen, popularmente conhecida como "jambu", são comumente utilizadas como analgésico por algumas comunidades da região amazônica, principalmente no tratamento da dor de dente. Tendo em vista este uso etnofarmacológico, foi investigada sua atividade antinociceptiva sistêmica e local (região orofacial) em camundongos. O presente estudo avaliou o efeito antinociceptivo do extrato etanólico (EEAO) e da fração hexânica rica em alquilamidas (FH) obtidos das flores da Acmella oleracea (L.), utilizando diferentes modelos de dor. O tratamento intraperitoneal com o EEAO (10, 30 e 100 mg/kg) reduziu tanto a fase neurogênica quanto a fase inflamatória na nocicepção orofacial induzida pela formalina, assim como, também reduziu o comportamento nociceptivo dos animais na nocicepção orofacial induzida pela capsaicina e cinamaldeído. Adicionalmente o EEAO na dose de 100 mg/kg (i.p.) também reverteu a hiperalgesia térmica ao calor induzida pela capsaicina no teste de placa quente. Do mesmo modo, no teste de placa quente a latência de retirada de pata foi aumentada pelo EEAO (100 mg/kg) e esta resposta foi parcialmente revertida pela naloxona. Além disso, o EEAO (100 mg/kg) também foi capaz de reduzir a alodinia mecânica causada pela constrição parcial do nervo ciático por 3 horas. O valor estimado da DL50 foi 889 mg/kg e o EEAO não alterou a locomoção dos animais no teste de campo aberto. Adicionalmente, a FH (10 e 30 ?g/5 ?L) parece não apresentar irritação ocular quando comparados ao grupo capsaicina 0,3 ?g/5 ?L, no modelo de limpeza de olhos. Uma curva com doses crescentes da FH foi realizada, sendo selecionada a dose de FH 1 ?g/lábio, a qual não apresentou comportamento nociceptivo, para prosseguir nos experimentos seguintes para avaliação de uma possível ação anestésica e analgésica. A FH (1 ?g/lábio) foi capaz de reduzir tanto a fase neurogênica quanto a fase inflamatória na nocicepção orofacial induzida pela formalina, assim como a nocicepção orofacial induzida pela capsaicina com administração ipsi e contralateral. Quando comparada à lidocaína, a FH (1 ?g/lábio) promoveu um efeito pronunciado na primeira fase do teste de formalina, reforçando uma possível ação semelhante aos anestésicos locais. Adicionalmente, a FH (30 ?g/lábio) per se promoveu um comportamento nociceptivo na qual a morfina (100 ?g/lábio) foi efetiva em reduzir, comportamento este, que não foi inibido pelo cetoprofeno (100 ?g/10 ?L), sugerindo que o componente inflamatório pode não estar envolvido. Por fim, o pré-tratamento dos animais com bloqueadores de canais de potássio (GLI e TEA) e antagonistas TRP (VR e HC) não afetaram a atividade nociceptiva da FH (30 ?g/lábio). Desta forma, nossos resultados sugerem que o EEAO produz um efeito antinociceptivo pronunciado e não causa efeitos adversos nas doses testadas. A presença das N-alquilamidas, sugere que o efeito terapêutico do EEAO e da FH pode estar relacionado a uma possível atividade semelhante aos anestésicos locais, porém mais estudos são necessários para o esclarecimento do exato mecanismo de ação.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectAnestesia em odontologiapt_BR
dc.subjectDor orofacialpt_BR
dc.titleAvaliação do pontencial terapêutico do extrato etanólico e da fração rica em alquilamidas obtidos das flores de Acmella Oleracea (L.) R.K. Jansen, em modelos de nocicepção em camundongospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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