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dc.contributor.authorJamur, Karoline Paespt_BR
dc.contributor.otherFreitas, Silvio Rogerio Correia dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Terra. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Geodésicaspt_BR
dc.date.accessioned2013-09-20T14:15:37Z
dc.date.available2013-09-20T14:15:37Z
dc.date.issued2013-09-20
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/32135
dc.description.abstractResumo: Os Modelos do Geopotencial Global (MGGs) derivados somente da análise das órbitas e satélites artificiais (satélite somente) mais atuais, advindos das missões gravimétricas por satélites, podem chegar a resoluções de até 80 km correspondentes ao desenvolvimento harmônico com n e m = 250. Porém, mesmo com essa resolução, esses precisam ser combinados com outras fontes de informações para obter um geoide ou quase geoide com resolução sub decimétrica. Tais informações podem ser as obtidas da gravimetria terrestre, marinha ou aérea, bem como dos efeitos gravitacionais modelados a partir de dados da topografia tais como os possibilitados pela altimetria por satélites sobre os oceanos e pelos Modelos Digitais de Altitudes (MDAs) nas porções continentais. Também, a batimetria oceânica ou a determinação indireta dos efeitos de heterogeneidades das massas topográficas contribuindo para o aumento da resolução correspondente a frequências mais altas. Assim sendo, a análise dos efeitos das massas topográficas anômalas e efeitos da batimetria têm papel fundamental na melhoria da resolução dos MGGs. Mas, quanto mais elevados os graus e ordens, maiores os problemas numéricos associados ao desenvolvimento harmônico devido à grande quantidade de dados a serem integrados em escala global, muitas vezes em referenciais distintos e resoluções globais não uniformes. Então, um aspecto fundamental a ser considerado é o da menor dependência da gravimetria regional aportada por modelos advindos de satélite, assim como, para regiões com baixa cobertura de gravimetria terrestre. Nesta pesquisa, busca-se explorar de forma mais central os efeitos do terreno como aspecto básico para melhoria das anomalias da gravidade disponíveis, bem como buscar soluções menos dependentes de gravimetria local, considerando o potencial dos MGGs mais recentes, baseados em satélites somente, para modelagem até graus e ordens que representem uma adequada resolução regional. Investiga-se a modelagem dos efeitos locais pelas técnicas de modelagem da correção do terreno (ct) por aproximação linear, método prismático e FFT (Fast Fourier Transform) bem como soluções não convencionais tais como solução por ponto massa e tesseroides. Em particular, os tesseroides mostram-se mais adequados à modelagem das variações topográficas acentuadas, usualmente filtradas nos casos de prismas utilizados tanto no domínio do espaço como no das frequências e efeitos da curvatura terrestre não previsto nos demais métodos. Também se buscou a melhoria dos MGGs com base na Modelagem da Topografia Residual (Residual Terrain Model - RTM), técnica esta também não convencional. As anomalias da gravidade recalculadas, bem como as análises efetivadas na abordagem RTM no presente estudo mostraram melhores resultados que os anteriormente conhecidos quando combinados com MGGs satélites somente oriundos das missões gravimétricas. Os resultados associados a esta classe de MGGs é extremamente importante, pois evita em grande parte os erros de comissão presentes em MGGs combinados, em vista principalmente da heterogeneidade dos referenciais envolvidos na combinação de dados de diferentes fontes.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleAnálise de alternativas para a determinação dos efeitos gravitacionais de massas anômalas na Região do DVBpt_BR
dc.typeTesept_BR


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