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dc.contributor.authorPiva, Jonatas Thiagopt_BR
dc.contributor.otherMoraes, Anibal de, 1956-pt_BR
dc.contributor.otherDieckow, Jefersonpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Agronomiapt_BR
dc.date.accessioned2013-09-04T14:59:24Z
dc.date.available2013-09-04T14:59:24Z
dc.date.issued2013-09-04
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/31948
dc.description.abstractResumo: No Brasil a emissão de gases de efeito estufa tem como principal fonte as atividades ligadas ao setor agropecuário. Assim, buscam-se estratégias de produção que aumentem a quantidade de grãos, carnes e fibras de forma mais sustentável possível, aliado a preservação do ambiente. O objetivo do trabalho foi avaliar a dinâmica de carbono e o fluxo de gases de efeito estufa em sistemas integrados de produção. Foram utilizadas duas áreas experimentais. A primeira área pertence à UNICENTRO em Guarapuava-PR. O experimento consiste de doses de N, com e sem pastejo por ovinos, com três repetições, nesta área avaliou-se a emissão de gases de efeito estufa (GEE) durante um ano agrícola. A outra área de estudo pertence à Fazenda Modelo do IAPAR, em Ponta Grossa-PR. O experimento consiste de três sistemas de uso do solo em plantio direto: lavoura; integração lavoura-pecuária; integração lavoura-pecuária floresta, com três repetições, na qual avaliou-se a emissão de GEE durante duas safras agrícolas. As avaliações dos gases de efeito estufa nos dois experimentos foram realizadas utilizando o método da câmara + base estática. As amostras foram analisadas por cromatografia gasosa. Para determinar a concentração de carbono orgânico total (COT), amostras foram coletadas até 100 cm de profundidade e analisadas por um analisador de carbono TOC-V. As emissões de óxido nitroso (N2O) foram baixas na maior parte do período, tendo picos de emissão logo após a aplicação do N mineral, para os dois locais avaliados, sendo sempre menor o fluxo nas áreas com pastejo, comparado a área somente de cobertura. Com relação ao metano (CH4) o solo manteve uma tendência de dreno desse gás ao longo das avaliações, mas também teve picos isolados de emissão após a aplicação de N associados a um teor de umidade maior. A contribuição dos dejetos para emissão de N2O e CH4 das áreas em sistemas integrados foi alta, mostrando que deve-se buscar entender melhor a contribuição desses dejetos para a emissão total do sistema. A concentração de carbono (C) foi maior na superfície do solo diminuindo em profundidade. O estoque de C nos sistemas integrados foi maior do que o observado nos sistemas exclusivos de lavoura. Sistemas integrados apresentam potencial para mitigar a emissão de gases de efeito estufa, através da absorção destes no solo, mas vale salientar que existe uma contribuição para a emissão, oriunda dos dejetos, que precisa ser melhor estudada.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectSolos - Manejopt_BR
dc.subjectEfeito estufa (Atmosfera)pt_BR
dc.subjectSolos - Teor de carbonopt_BR
dc.titleFluxo de gases de efeito estufa e estoque de carbono do solo em sistemas integrados de produção no sub trópico brasileiropt_BR
dc.typeTesept_BR


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