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dc.contributor.authorMiranda, Renata Costa dept_BR
dc.contributor.otherVilela, Regina Mariapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias da Saúde. Programa de Pós-Graduaçao em Segurança Alimentar e Nutricionalpt_BR
dc.date.accessioned2013-08-30T20:36:53Z
dc.date.available2013-08-30T20:36:53Z
dc.date.issued2013-08-30
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/31935
dc.description.abstractResumo: Afibromialgia é uma síndrome caracterizada por presença de dor crônica e difusa manifestada no sistema músculo esquelético. Acompanhada normalmente de fadiga, distúrbios do sono, cefaleia e rigidez matinal é responsável por diminuir a qualidade de vida do portador. A doença acomete, em sua maioria, mulheres e apresenta prevalência mundial entre 0,4 a 9,3%. Uma das hipóteses para a fisiopatologia, ainda desconhecida, dessa doença é a presença de estresse oxidativo. O presente estudo teve como principal objetivo descrever a ingestão alimentar antioxidante de pacientes com fibromialgia e associar com o estado antioxidante, a dor e a qualidade de vida. O estudo, do tipo observacional transversal analítico, foi conduzido no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e contou com a participação de 38 mulheres com FM e 35 saudáveis. Foram avaliados os números de pontos dolorosos e o limiar doloroso do trapézio esquerdo, qualidade de vida, depressão, atividade física, condições socioeconómicas, estado nutricional, ingestão de micronutrientes antioxidantes, consumo de alimentos com elevada capacidade antioxidante total e glutationa total (reduzida e oxidada) em saliva de ambos os grupos. A média de idade, índice de Massa Corporal e atividade física foram similares entre os grupos, por outro lado, o número de pontos dolorosos, limiar doloroso e qualidade de vida foram diferentes. O consumo de sucos com vegetais foi mais frequente entre mulheres com fibromialgia e o consumo de vinho tinto e cerveja/chope entre as mulheres saudáveis. A média ajustada da ingestão de vitamina A, C, E e selênio foram maiores entre o grupo controle e o zinco não diferiu entre os grupos. O perfil socioeconómico das controles saudáveis foi maior quando comparado às pacientes com fibromialgia. Em relação aos níveis salivares de glutationa, os dois grupos não apresentaram diferenças. Não houve correlação entre ingestão de micronutrientes antioxidantes com dor e qualidade de vida. Entretanto, a frequência no consumo de alimentos ricos em flavonóides e outros compostos antioxidantes como o café/chá, pêra, frutas vermelhas e chocolate preto, associou-se com menores números de tender points e maiores escores de qualidade de vida das pacientes com fibromialgia. Houve associação positiva entre escolaridade e ingestão de vitamina A, e entre renda per capita e ingestão de vitamina C, para as portadoras da síndrome. Ainda neste grupo, associações entre níveis de glutationa e ingestão alimentar, dor ou qualidade de vida não foram encontradas. Considerando-se a associação entre consumo de alimentos ricos em compostos fenólicos e números inferiores de tender points e maior qualidade de vida das mulheres com fibromialgia, apesar da alta ingestão inadequada de vitaminas e minerais antioxidantes, sugere-se que outros marcadores de estresse oxidativo e métodos de avaliação de ingestão alimentar complementares sejam explorados nesta população para esclarecer a relação entre dieta, estresse oxidativo e dor.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.titleRelação entre o consumo alimentar, estado antioxidante e dor em mulheres com fibromialgiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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