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dc.contributor.authorHofmann, Ruth Margarethpt_BR
dc.contributor.otherSoares, Maria Tereza Carneiro, 1955-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.date.accessioned2020-02-21T19:14:30Z
dc.date.available2020-02-21T19:14:30Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/31860
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Maria Tereza Carneiro Soarespt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Parana, Setor de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação. Defesa: Curitiba, 18/07//2013pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 297-308pt_BR
dc.description.abstractResumo: A inserção da educação financeira no currículo escolar é uma prática relativamente recente de um conjunto de países que a têm considerado como importante estratégia de proteção de consumidores, investidores e aposentados. Os esforços de implementação de programas de educação financeira vigentes principalmente a partir do ano de 2000 passam pela identificação da escola como espaço de disseminação de conceitos, métodos e ferramentas de controle financeiro pessoal. Nesse sentido, a implementação da educação financeira como política pública, com seus impactos - diretos ou indiretos - na dinâmica escolar remete à reflexão acerca da natureza da inserção de novos conteúdos no currículo escolar. As configurações que as políticas de educação financeira assumem em cada país podem guardar semelhanças ou diferenças em comparações internacionais, considerando-se que diferentes estruturas econômicas, valores éticos e morais, ambientes culturais e determinantes históricos podem interferir em cada configuração. É nesse contexto que o presente trabalho tem por objetivo analisar as experiências de promoção de educação financeira na escola em dois países - Inglaterra e França - a partir de um conjunto de fatores aqui considerados estruturantes para a construção dessa modalidade específica de política pública, a saber: o arranjo institucional; a ênfase temática; o público alvo; a obrigatoriedade ou não da adesão dos estabelecimentos escolares; a concepção filosófica subjacente à política; os objetos de ensino; a abordagem do conteúdo; a formação do professor; a disponibilidade de recursos didáticos; e a aprofundamento da temática na política. Para efeito de comparação, foram selecionados países que, não obstante diferenças linguísticas, vinculam-se a um dos organismos internacionais que mais tem incentivado à implementação de programas de educação financeira pelo mundo, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A comparação entre as duas estratégias deu-se à luz de contribuições da educação comparada como campo de investigação e mediante análise documental, particularmente do material didático elaborado para educação financeira e de documentos institucionais e oficiais com diretrizes e recomendações para inserção de novos conteúdos no currículo escolar. A comparação permitiu identificar que as estratégias nacionais de educação financeira da Inglaterra e da França apresentam mais semelhanças do que diferenças, estando estas presentes, de forma tênue, no que concerne: à concepção filosófica subjacente às respectivas estratégias; aos objetos de ensino; e à formação dos professores incumbidos da temática financeira na escola. A prevalência de semelhanças pode ser, em boa medida, resultado do vínculo de ambos os países com a OCDE, instituição que passou a incorporar elementos de letramento financeiro na avaliação do PISA.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The inclusion of financial education in schools is a relatively recent practice of a set of countries that consider it as an important strategy to protect consumers, investors and retirees. Efforts to implement financial education programs in the 2000 decade are identified by the school as a space for dissemination of concepts, methods and tools for personnel financial control. In this sense, the implementation of financial education as public policy, with its impacts - direct or indirect - in the school dynamics refers to reflection about the nature of inserting new content into the school curriculum. The settings that policies take financial education in each country can hold similarities or differences in international comparisons, considering that different economic structures, moral and ethical values, cultural backgrounds and historical determinants may interfere with each configuration. It is in this context that the aim of this paper is to analyze the experiences of promoting financial education in schools in two countries - England and France - from a set of factors considered here structural to construct this specific modality of public policy, namely: the institutional framework; the thematic emphasis; the target audience; the philosophical conception underlying the policy; the ontological conception of the objects of teaching; the approach of content; the teacher training; the availability of teaching resources; and the potential of policy of promoting economic behavior change. For comparison, we selected countries that, despite differences in language, are linked to one of the international organizations that have more incentive to implement financial education programs around the world, the Organization for Economic Cooperation and Development (OECD). The comparison between the two strategies gave up the light contributions of comparative education as a field of research and through document analysis, particularly the teaching material prepared for financial education and institutional documents and officers with guidelines and recommendations for inserting new content into the curriculum school. The comparison identified that national strategies for financial education in England and France have more similarities than differences when these gifts so tenuous, regarding: the design philosophy underlying their strategies, learning objects, and training of teachers responsible for the financial issue at school. The prevalence of similarities may be, to some extent, a result of the relationship of both countries to the OECD, an institution that has incorporated elements of financial literacy in the PISA assessment.pt_BR
dc.format.extent308 f. : il., grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTeses - Educaçãopt_BR
dc.subjectEducação financeirapt_BR
dc.subjectEducação e Estadopt_BR
dc.subjectFinanças pessoaispt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.titleEducação financeira no currículo escolar : uma análise comparativa das iniciativas da Inglaterra e da Françapt_BR
dc.typeTesept_BR


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