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dc.contributor.authorStock, Danielept_BR
dc.contributor.otherKrieger, Nadia, 1952-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Exatas. Programa de Pós-Graduaçao em Químicapt_BR
dc.date.accessioned2013-08-02T12:52:37Z
dc.date.available2013-08-02T12:52:37Z
dc.date.issued2013-08-02
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/31663
dc.description.abstractResumo: A biomassa de resíduos agroindustriais ricos em pectina, como a polpa cítrica, é bastante abundante em alguns países e pode ser explorada para a produção do ácido D-galacturônico por hidrólise química ou enzimática. Este açúcar ácido e seus derivados, ácidos meso-galactárico e L-galactônico, têm aplicações na indústria alimentícia, como agentes acidificantes, e na indústria química como surfactantes e agentes quelantes. Os processos enzimáticos de hidrólise da pectina possuem vantagens em relação aos processos químicos, principalmente a não-degradação dos produtos de hidrólise, a possibilidade de utilizar temperaturas brandas, além de não gerarem efluentes tóxicos. Entretanto, a limitação dos processos enzimáticos está no custo das enzimas, que pode inviabilizar a sua implantação industrial. O principal objetivo deste trabalho foi desenvolver um processo de hidrólise da pectina para produção do ácido D-galacturônico utilizando sólidos fermentados com atividade pectinolítica, produzidos a partir de resíduos agroindustriais. Inicialmente, a produção de pectinases por diversos fungos foi comparada. O sistema selecionado envolve o crescimento de Aspergillus oryzae CPQBA 394-12 DRM 01, cultivada em meio composto de bagaço de cana (30%) e bagaço de laranja lavado (70%), a 30 °C e 70% de umidade inicial. No decorrer do trabalho, foi otimizado o método de dosagem de pectinases por adição direta do sólido fermentado liofilizado ao meio reacional contendo pectina. A atividade realizada diretamente no sólido foi de cerca de 260 U (uma unidade de atividade corresponde à produção de 1 ?mol de ácido D-galacturônico por min) por grama de sólido fermentado liofilizado. Em estudos prévios de hidrólise da pectina cítrica utilizando sólidos fermentados liofilizados, conversões de até 92% foram obtidas após 36 h, utilizando soluções com 2% (m V-1) de pectina. A hidrólise catalisada por sólidos fermentados liofilizados foi otimizada por delineamento fatorial 23 avaliando-se os efeitos das variáveis "massa de sólido fermentado", "concentração de pectina" e "temperatura" na conversão (%) da pectina e no teor de ácido D-galacturônico produzido, determinado por CLAE. O modelo matemático foi significante para a variável "conversão da pectina" (R2 = 0,94), e a variável mais importante foi a concentração da pectina no meio (p = 0,0014), que influenciou negativamente a resposta. As variáveis "massa de sólido fermentado" e "temperatura" apresentaram efeitos positivos significativos ao nível de 5% (p = 0,0343 e p = 0,0430, respectivamente). O aumento da concentração de pectina no meio para 15% e 20% confirmou os resultados previstos pelo modelo, tendo sido observada uma diminuição do teor de ácido D-galacturônico produzido e da conversão, quando se utilizou 20% de pectina no meio. A determinação da composição monossacarídica do hidrolisado da pectina mostrou a presença de outros açúcares de interesse industrial, como arabinose, manose e glucose.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectPectina - Fermentaçãopt_BR
dc.subjectHidrolisept_BR
dc.subjectResiduospt_BR
dc.titleConversão de pectina citrica a ácido D-Galacturônico usando pectinases produzidas por fermentação no estado sólidopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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