Show simple item record

dc.contributor.authorPereira, Flaviapt_BR
dc.contributor.otherBarra, Eduardo Salles de Oliveirapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Humanas, Letras e Artes. Programa de Pós-Graduaçao em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2013-07-17T22:17:04Z
dc.date.available2013-07-17T22:17:04Z
dc.date.issued2013-07-17
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/31331
dc.description.abstractResumo: Na presente dissertação pretendemos apresentar uma interpretação possível para a relação entre dois pontos centrais da filosofia kantiana, a saber, a doutrina da idealidade do espaço e a filosofia da matemática kantiana. Nossa intenção é delimitar os limites e as possibilidades dessa relação para que a doutrina do espaço kantiana possa ser compreendida como significativa no interior do projeto crítico e, ainda assim, preserve os nexos de coerência e relevância com as questões matemáticas do seu tempo. Para alcançar nosso objetivo trataremos de apresentar a concepção kantiana de matemática, partindo de sua caracterização do método matemático contraposto ao método filosófico. O método matemático apresentado por Kant possui características peculiares; ele requer uma construção que corresponda ao conceito e que, por meio de uma intuição a priori, o antecipe como esquema. Para melhor compreender o que Kant determinar como sendo o processo de construção na intuição pura recorreremos a exemplos retirados do cânone do conhecimento matemático da época, qual seja, os Elementos de Euclides. Estabelecer o paralelo entre a construção com régua e compasso encontrada na axiomatização euclidiana, bem como a importância que os diagramas possuem nesse tipo de axiomatização, revelará a importância que Kant atribui à construção, e principalmente, nos ajudará a compreender a natureza desse processo ou prática de construção de um conceito na intuição pura. De posse dessa compreensão, poderemos retornar às bases da formulação kantiana de sua doutrina do espaço a fim de identificar as semelhanças entre esse processo necessário à prática matemática e aquele necessário para a representação dos fenômenos como externos ao sujeito. Veremos também que a necessidade estabelecida não pode ser uma necessidade lógica, mas sim uma necessidade transcendental. É da atividade matemática como prática que surge a exigência de que a representação do espaço seja uma intuição e não um conceito e, por sua vez, é essa última exigência que torna inevitável à conclusão de que o espaço per se deve ser transcendentalmente ideal.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.titleA idealidade do espaçopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record