Show simple item record

dc.contributor.authorCardoso, Sarah Pereirapt_BR
dc.contributor.otherCoutinho, Aldacy Rachidpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Ciencias Juridicas. Curso de Graduação em Direitopt_BR
dc.date.accessioned2013-07-02T14:26:16Z
dc.date.available2013-07-02T14:26:16Z
dc.date.issued2013-07-02
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/30871
dc.description.abstractEstereótipos, estigmas e preconceitos formados a partir do atual conceito de beleza acarretam na discriminação de indivíduos e grupos de pessoas que não correspondem às expectativas da estética. Na medida que a sociedade absorveu a supervalorização da aparência, empresas buscam transparecer a imagem almejada pelo consumidor. Assim, trabalhadores que originalmente deveriam ser avaliados por sua capacidade profissional ficam vulneráveis e julgamentos injustificados quanto a sua aparência. Ocorre que a discriminação pela estética no contrato de trabalho agride tanto a imagem e identidade do obreiro quanto a diversidade de rostos e corpos que deveria ser respeitada, em desconformidade com os princípios consagrados constitucionalmente.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDireito do trabalhopt_BR
dc.subjectRelações trabalhistaspt_BR
dc.subjectAparencia pessoalpt_BR
dc.subjectDiscriminação no empregopt_BR
dc.titleDiscriminação estética nas relações de trabalho.pt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record