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dc.contributor.advisorMiguel, Obdúlio Gomes, 1952-pt_BR
dc.contributor.authorBorsato, Débora Mariapt_BR
dc.contributor.otherFarago, Paulo Vitorpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticaspt_BR
dc.date.accessioned2020-07-16T14:27:30Z
dc.date.available2020-07-16T14:27:30Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/30557
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Obdulio Gomes Miguelpt_BR
dc.descriptionCo-orientador : Prof. Dr. Paulo Vitor Faragopt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas. Defesa: Curitiba, 17/04/2013pt_BR
dc.descriptionBibliografia : fls. 132-151pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Insumos, medicamentos e correlatospt_BR
dc.description.abstractResumo: O mel de abelhas sem ferrão é um alimento com características físicas e químicas particulares e de sabor exótico, alcançando um maior valor de mercado em comparação aos méis de Apis mellifera Linnaeus, 1758. Entretanto, apesar do grande número de espécies de meliponíneos existentes, poucas investigações têm sido conduzidas para a avaliação do potencial terapêutico de seus méis. Assim, com o propósito de ampliar o conhecimento sobre méis obtidos a partir de diferentes meliponíneos nativos do Brasil, este trabalho teve por objetivo investigar a qualidade física e química e a origem botânica, bem como estudar o efeito antibacteriano, antifúngico, antioxidante e anti-inflamatório desses produtos, provenientes do estado do Paraná. As características físicas e químicas observadas para os méis de meliponíneos não atenderam, na totalidade, as exigências estabelecidas pela legislação vigente para o mel de A. mellifera. As famílias mais representativas nos espectros polínicos das amostras avaliadas foram Anacardiaceae, Arecaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Melastomataceae/Crombetaceae, Myrtaceae, Rubiaceae, Salicaceae e Solanaceae. Considerando a origem botânica dos méis, por meio da melissopalinologia, apenas duas amostras foram classificadas como mel monofloral. Foi encontrada uma correlação positiva entre os teores de fenólicos totais e a atividade antioxidante dos extratos fenólicos obtidos a partir dos méis (EFMs). Todas as amostras de mel in natura apresentaram atividade antimicrobiana contra cepas de Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Candida albicans. Os EFMs indicaram reduzido efeito antimicrobiano, em relação aos méis de meliponíneos. Foram identificados 11 compostos fenólicos no extrato metanólico do mel produzido pela abelha sem ferrão Melipona marginata Lepeletier, 1836. Esse extrato, quando aplicado topicamente, demonstrou um efeito anti-inflamatório, confirmado pela redução do edema, da migração leucocitária e da produção de espécies reativas de oxigênio na pele de camundongos.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The stingless bee honey is a food with particular physicochemical properties and exotic flavor. This hive product reaches a higher price in the market as compared to the honey from Apis mellifera Linnaeus, 1758. In spite of the high number of meliponines, few investigations have been devoted to evaluate the therapeutic potential of honeys from stingless bees. Concerning the purpose of increasing the knowledge about honeys from different stingless bees native to Brazil, the aim of this study was to investigate the physicochemical quality and botanical origin, as well as evaluating the antibacterial, antifungal, antioxidant and anti-inflammatory effect of these products from Paraná. The stingless bee honeys presented physicochemical characteristics that not attend to all the legal requirements established for A. mellifera honey. Considering the pollen spectra of the studied samples, the most representative families were Anacardiaceae, Arecaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Melastomataceae/Crombetaceae, Myrtaceae, Rubiaceae, Salicaceae and Solanaceae. Regarding the botanical origin, melissopalynology showed that only two sample was classified as a monofloral honey. A positive correlation between total phenolic content and antioxidant activity of honey phenolic extracts (EFMs) was observed. All fresh honey samples presented antimicrobial activity against strains of Escherichia coli, Staphylococcus aureus and Candida albicans. A lower antimicrobial activity was verified for EFMs as compared to pure honeys. A total of 11 phenolic compounds were identified in methanolic honey extract from Melipona marginata Lepeletier, 1836. This extract showed a topical anti-inflammatory effect confirmed by decreasing ear edema, leukocyte migration and production of reactive oxygen species in the skin of mice.pt_BR
dc.format.extent205f. : il., [algumas color]., grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectAbelha sem ferrãopt_BR
dc.subjectMelpt_BR
dc.subjectCompostos Fenólicospt_BR
dc.subjectCiencias farmaceuticaspt_BR
dc.subjectFarmáciapt_BR
dc.subjectFarmáciapt_BR
dc.titleComposição química, caracterização polínica e avaliação de atividades biológicas de méis produzidos por meliponíneos do Paraná (Brasil)pt_BR
dc.typeTesept_BR


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