Show simple item record

dc.contributor.authorCamargo, Luiz Rogériopt_BR
dc.contributor.otherSandmann, Marcelo, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.date.accessioned2020-06-12T19:20:38Z
dc.date.available2020-06-12T19:20:38Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/30516
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Marcelo Corrêa Sandmannpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 26/03/2013pt_BR
dc.descriptionBibliografia : fls. 151-155pt_BR
dc.description.abstractResumo: A obra poética de Ricardo Reis, heterônimo neoclássico de Fernando Pessoa, é fortemente marcada por elementos da cultura clássica greco-romana, como o carpe diem de Horácio, o epicurismo e o estoicismo. De Horácio, o poeta buscará aprender a tentativa de aproveitamento do instante, com tudo de bom que este tem para oferecer. Dos epicuristas, procurará a moderação e a tranquilidade para usufruir os prazeres que a vida proporciona. Dos estoicos, finalmente, verá na disciplina e no domínio de si mesmo ingredientes fundamentais para obter a calma que tanto deseja. Todavia, longe do calmo aproveitamento do instante e do domínio de si, seus poemas apresentam tensões e paradoxos que perpassam a obra, uma vez que a aparente serenidade ostentada pelo poeta, a busca por equilíbrio, sobriedade, disciplina e comedimento, são atitudes que revelam um agônico esforço por esconder um ser que sofre terrivelmente. Considerando o exposto, o presente estudo discute de que maneira se dá o caráter paradoxal da poética neoclássica de Ricardo Reis em meio às tensões próprias da modernidade. Para tanto, investigamos a configuração do ideal horaciano (carpe diem), ora afirmado, ora negado pelo poeta, bem como o epicurismo e o estoicismo, ideais que Reis procura seguir, mas que são constantemente postos em xeque nos próprios poemas.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The poetic work of Ricardo Reis, neoclassical heteronym of Fernando Pessoa, is strongly marked by elements of the classical Greco-Roman culture, as Horace's carpe diem, Epicureanism and Stoicism. From Horace, the poet will seek to learn the attempted enjoyment of the moment, with all the good things it has to offer. From the Epicureans, he will seek moderation and tranquility to enjoy the pleasures that life affords. From the Stoics, finally, he will see on discipline and self-control, essential ingredients for the calm that he craves so badly. However, away from the calm enjoyment of the moment and self-control, his poems show tensions and paradoxes that go through the work, since the apparent serenity flaunted by the poet, the search for balance, sobriety, discipline and restraint, are attitudes that reveal an agonizing effort to hide a being who suffers terribly. Considering the above, this study discusses how the paradoxical character of the neoclassical poetics of Ricardo Reis is presented amid the modernity's own tensions. To that affect, it was investigated the Horatian ideal configuration (carpe diem), sometimes stated, sometimes denied by the poet, as well as Epicureanism and Stoicism, ideals which Reis tries to follow, but that are constantly checkmated in his own poems.pt_BR
dc.format.extent155f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEpicuropt_BR
dc.subjectPessoa, Fernando, 1888-1935pt_BR
dc.subjectDissertações - Letraspt_BR
dc.subjectEstoicospt_BR
dc.subjectPoesia portuguesapt_BR
dc.subjectModernidadept_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleA flauta antiga sorrindo chora : tensões e paradoxos na poética neoclássica de Ricardo Reispt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record