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dc.contributor.advisorCastor, Belmiro Valverde Jobimpt_BR
dc.contributor.authorVieira, José Cláudiopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduaçao em Administraçaopt_BR
dc.date.accessioned2013-06-03T19:06:47Z
dc.date.available2013-06-03T19:06:47Z
dc.date.issued2013-06-03
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/30286
dc.description.abstractResumo: Esta dissertação verifica de que maneira as perspectivas pública e privada do Banco do Brasil influenciam a sua estratégia. Procura-se analisar a estratégia dessa empresa estatal, situando-a como tipo de organização que se caracteriza pela intervenção do Estado em atividades diretamente produtivas. Uma das questões daí decorrentes refere-se à ambigüidade inerente à ação organizacional, marcada por comportamento oscilante entre sua face pública, voltada para a coletividade, que a leva a perseguir propósitos políticos e de natureza macroeconômica, e sua face privada, que privilegia a satisfação de propósitos particulares, que se enquadram como objetivos microeconômicos. O método adotado para o desenvolvimento desta pesquisa é o estudo de caso, desenvolvido com base em dados obtidos por meio de documentos e entrevistas semi-estruturadas realizadas com dirigentes da empresa. A análise dos dados coletados foi conduzida de forma descritiva, correspondendo a uma abordagem eminentemente qualitativa. Foi enfocada a estratégia do período de 1994 a 2002. Foram utilizadas as análises documental e de conteúdo. A análise dos dados permite afirmar que a estratégia do Banco do Brasil se fundamenta na maximização da eficiência operacional e do lucro; portanto enfatiza a sua dimensão privada. O caráter tido como superior do modelo privado, enquanto inspirador das formas de organização, é explicitado como necessidade de ajustamento da empresa estatal à ordem competitiva, para que ela possa enfrentar seus desafios de êxito econômico. A estratégia está voltada para o alcance da liderança no mercado em que atua, na adoção de práticas em que se persegue a agilidade, a modernidade e a lucratividade, supostamente compatíveis com o mercado. Esses pressupostos alcançam as estratégias voltadas para a gestão de recursos humanos e materiais, de produtos e serviços, relativas aos relacionamentos institucionais e com a clientela. O estudo permite concluir que a estratégia da empresa estatal é o resultado da ênfase atribuída à dimensão pública e à dimensão privada. Alguns eventos, pela sua magnitude ou pela sua natureza, podem resultar na predominância de uma ou outra dimensão. Os ajustes necessários para tanto permitem conciliar, em determinada conjuntura, os elementos de caráter público e privado da ação da empresa estatal.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectBanco do Brasilpt_BR
dc.subjectBancospt_BR
dc.subjectBancos - Administraçãopt_BR
dc.subjectEmpresas publicaspt_BR
dc.subjectSociedades de economia mistapt_BR
dc.titleA empresa estatal e a dualidade público/privadopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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