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dc.contributor.authorOlmedo Martinez, Pamela Carolinapt_BR
dc.contributor.otherGonçalves, Flavio de Oliveirapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduaçao em Desenvolvimento Econômicopt_BR
dc.date.accessioned2013-07-25T19:24:55Z
dc.date.available2013-07-25T19:24:55Z
dc.date.issued2013-07-25
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/30097
dc.description.abstractResumo: Nas décadas posteriores aos anos 80, a distribuição da renda, medida pelo coeficiente de Gini, aumentou, tanto no valor médio global quanto na dispersão entre países. Na década correspondente aos anos 1980-1990, a média do coeficiente de Gini aumentou em 0,12, e o desvio padrão foi de 0,2. Na década dos 90, a variação da média foi menor, de 0,03, mas o desvio padrão foi de 10,21. A contribuição deste trabalho é o reconhecimento da existência de múltiplos equilíbrios na determinação da desigualdade de renda, o que faz com que exista uma dinâmica dentro de um grupo em equilíbrio e outra dinâmica entre os diferentes grupos de desigualdade. Isto é, identificamos uma dinâmica intra grupo, e uma entre grupos. Diferente de outras pesquisas, nós categorizamos a dinâmica entre grupos de desigualdade, identificando a possibilidade de migrar para equilíbrios onde a desigualdade pode ser maior ou menor. Com isso, entendemos que é necessário um esforço político que fomente uma dinâmica mais favorável em termos de desigualdade, e acreditamos que o investimento público em educação é uma ferramenta importante dessa política. Identificamos os grupos dos equilíbrios de desigualdade apoiados na metodologia de clusters k-means. Elaboramos uma matriz de probabilidades de transição entre esses grupos e aplicamos um modelo Probit Ordenado para categorizar as possíveis migrações dos países e encontrar os fatores relacionados a essas migrações. Encontramos que ao longo do tempo os países se agrupam em três equilíbrios de desigualdade. Esses equilíbrios tendem a persistir ao longo do tempo pela baixa probabilidade de transição dos países para outros grupos menos desiguais. Nossos resultados reportam que o investimento público em educação é uma variável com relação positiva sobre a probabilidade de migrar para grupos de menor desigualdade. A educação primária guarda relação imediata com a diminuição da desigualdade, enquanto a secundária e terciária demoram mais tempo, embora tenham também relação positiva.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectDissertaçõespt_BR
dc.subjectRenda - Distribuição - 1980-2009pt_BR
dc.subjectEducação e desenvolvimento economicopt_BR
dc.titleDinâmica da desigualdade de rendapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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